Por isso a gente acabou - Daniel Handler

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Por isso a gente acabou - Daniel Handler - Capa do livro em português

Título: Por isso a gente acabou (Companhia das letras; 2012. 376 páginas)
Autor: Daniel Handler
Comprar: Cultura | Saraiva | Travessa | FNAC | Outros
Mais: Histórico de leitura | Citações

Título original: Why we broke up (Little, Brown Books for Young Readers; 2011. 368 páginas.)
Comprar: Cultura
Minerva Green e Ed Slaterton estudam na mesma escola e, depois de apenas algumas semanas de convívio intenso e apaixonado, acabam o namoro. Depois de sofrer muito, Min resolve, como marco da ruptura definitiva, entregar ao garoto uma caixa repleta de objetos significativos para o casal junto com uma carta falando sobre cada um desses objetos e do episódio que ele representou, sempre acrescentando, ao final, uma nova razão para o rompimento. Essa carta é o texto de Por isso a gente acabou, que é, assim, carregado de um tom informal e tragicômico - características da personagem - e traduz com um misto de simplicidade e profundidade a história de uma separação.
Abre aspas

Querida Min,

Eu já terminei um possível relacionamento por carta. Ou melhor, “terminei” não é a palavra adequada para algo que nem tinha começado. “Recusei”, acho que fica melhor. Eu tinha mais ou menos a sua idade e até hoje me pergunto se tomei decisão certa. E foi por isso que eu quis ler Por isso a gente acabou. Por isso e pela edição linda. Por isso e pelo cheiro bom do livro em minhas mãos da primeira vez que o vi na livraria, desculpa de gente doida que não sabe que todos os livros são feitos de papel e têm o mesmo cheiro. Por isso e pela curiosidade em conhecer o livro diferente e genial, sobre o qual pipocavam elogios nas minhas redes sociais.

Foi um erro, eu deveria saber. Logo nas primeiras páginas, eu tive um feeling. Que burrice a minha, comprar um livro por impulso na hora do almoço só porque queria abandonar o que levara para o trabalho. (Orchid House é chato, só pra constar. Não consegui chegar à página 100.) Pensei que um livro novo e cheiroso pudesse me tirar da ressaca literária em que me encontrava, mas me enganei. Eu deveria ter dado ouvidos à intuição que me obrigou a comprar, no mesmo dia, uma nova edição de um livro que eu já tenho e que me mandava começar uma releitura. Desculpe-me, mas não consegui me empolgar com a sua carta.

Why we broke up - Daniel Handler - Capa do livro em inglês
Prefiro a brasileira
Não que seja ruim, sabe? Só acho que não era o momento para mim. A ideia foi realmente boa. Impressionante como nos apegamos a detalhes, como conseguimos nos lembrar de cada pedaço de papel que passou pelas mãos da “pessoa” em direção às nossas. Principalmente na adolescência, em que os hormônios estão em festa e tudo é muito intenso. Mas, olha, desde o princípio dava pra entender porque vocês acabaram. Você e Ed não combinavam em nada! Engraçado que essas coisas são óbvias quando a gente cresce e olha de fora, mas, quando se está vivendo o romance, a gente pensa que vai dar tudo certo. Vou te contar um segredo: Esse negócio de “os opostos se atraem” é só uma meia verdade. Não que eu tenha muita experiência pra passar, mas sou uma boa observadora dos relacionamentos alheios e posso dizer com segurança que ALGUMA COISA em comum as pessoas precisam ter pra dar certo. E vocês dois não tinham nada além do fato de se esbarrarem na festa do Al e estudarem na mesma escola. Então, eu virei cada página esperando que vocês terminassem logo.

Você descreve tudo muito bem. Dá pra ver que foi realmente uma garota que escreveu, não algum autor, lá pelos seus 42 anos, que inventou tudo. É real, mesmo, eu sei. Ficou muito bom. Realista. Poético. Irônico. Tudo ao mesmo tempo. Não li o texto original, mas essa tradução está realmente boa. Esse aspecto eu realmente amei e me fez pensar que poderia amar o livro também.

You either have the feeling or you don't - Caixa que a Min deixou para o Ed.
You either have the feeling
or you don't
O problema foi que eu não consegui me identificar. Eu sei, eu sei. Isso é bem irônico considerando o que eu disse no início, sobre a carta que escrevi há tanto tempo. Tentei resgatar aquela Cíntia adolescente, mas não deu certo, porque a minha adolescência foi muito, muito diferente. Eu não falava/falo palavrão, não perdi a virgindade aos 16, sou bem mais fria que você e não entendo nada de cinema. Você iria morrer se soubesse que eu gosto mesmo é das comédias românticas previsíveis de Hollywood. (O que me lembra de outra garota viciada em cinema que eu conheci e com a qual me identifico bem mais. Talvez, algum dia, vocês se encontrem por aí.) E eu PRECISO me identificar pra gostar.

Sinto muito. Você é uma garota legal e vai encontrar leitores que te dêem mais valor. Talvez eu mesma venha reler e reconsiderar. Não sei, quem sabe algum dia? Acho que você merece uma segunda chance para me encantar. Por enquanto, eu apenas recomendo aos leitores do blog que leiam e tirem suas próprias conclusões.
Fecha aspas

Abraços,
Cíntia



Me despeço dessa história
E concluo: A gente segue a direção
Que o nosso próprio coração mandar
E foi pra lá
E foi pra lá
E foi pra lá...
(Assinado eu - Tiê)
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43 comentários:

Luciana Mara disse...

A-M-E-I a resenha!!!
Diferente, sincera e divertida!!!

Menina, eu ainda estou curiosa pela história. Acho que quando encontrar em promoção, eu compro (ou então peço emprestado).

Eu também acho esse negócio de 'os opostos se atraem' uma balela.
Acho que quando as pessoas são muito diferentes só dá uma coisa: briga!

Bjins

lizziepereira disse...

Que resenha legal! Gostei muito; não sei nada do livro, apesar do sucesso que anda fazendo, e demorei um tempinho para perceber que a carta era dirigida à protagonista. 
Quero ler esse livro somente por ser do Daniel Handler mesmo, pelo jeito eu também não me identificaria em nada com essa garota e sua história. Mas geralmente curto muito essas vezes, gosto muito de ver pontos de vista e casos não tão comuns a mim, se é que me entende. 

Caline disse...

Oi Cíntia, já li muito resenhas positivas desse livro, na verdade não tinha encontrado uma só pessoa que não estivesse completamente encantada pela história, até agora.
Todos os comentários postivos me estimularam e quase me obrigaram a comprar o livro, mas bastou eu ler sua resenha para toda a minha vontade ir por água a baixo.
Sua opinião foi sincera demais pra ser ignorada ou ter deixada de lado por ser uma em um milhão. Se antes mesmo com toda vontade eu já tinha minhas dúvidas agora só compro esse livro se o preço dele for beeeem camarada e ainda assim vou pensar várias vezes antes.

Caline
Mundo de Papel

Felipe Fagundes disse...

Estou com todos os pés (a saber, dois) atrás com esse livro. Não sei o quê me chamou a atenção nesse livro desde o começo, mas quando li resenhas sobre ele, não recebi muito bem a notícia da menina ter 16 anos. Assim, é diferente e tal, mas menina magoada, adolescente, cheia de hormônios e tal... Não sei.

Claro que tem o fato de ser escrito pelo Daniel Handler, que minha TL adora e realmente parece ter feito um excelente trabalho com Desventuras em Série e isso vale pontos. E essa capa é muito legal!

Vai ser impossível eu me identificar, já até sei. Primeiro porque eu nunca terminei um relacionamento. Preciso começar um para terminar e...er.

Adorei a resenha! :-)

PS: Eu nem devo ter um Felipe adolescente. Resgatá-lo será impossível.

Naniedias disse...

Melhor resenha que já do livro, Cíntia! 

(Eu queria falar mais... mas, é sério, eu não consigo >< hahahah)

PS: Queria ser criativa assim na hora de escrever minhas resenhas.

Livros e blablablá disse...

Arrasou!
Diferente e melhor do que todas as resenhas que eu já vi desse livro (incluindo a minha hahaha). Criatividade é tudo!

Beijos

Cíntia Mara disse...

Se quiser, te empresto o meu. Se eu não vender/trocar/doar antes, porque, apesar da edição linda, ainda não sei se vou ficar com ele. Talvez você goste, eu que ando meio enjoada, mesmo.

kellenbaesso disse...

Cíntia, amei a resenha assim. 
Concordo com a Lu, ficou diferente, sincera e bem divertida. Prendeu muito a minha atenção.
Parabéns!
Estou curiosa com a história, mas não e um livro que eu precise para ontem. Caso eu o encontre em uma super promo, pode ser que compre. 
Beijos!

Cíntia Mara disse...

Em primeiro lugar, fico contente em saber que você tem dois pés. Parabéns! Você pode não bater muito bem da cabeça, mas é fisicamente normal.

O que mais me chamou a atenção no livro foi a edição ilustrada. Depois o negócio da carta e o cheiro, haha. Porque quando um livro é muito elogiado, em vez de me atrair, acaba me afastando, mesmo quando confio nas opiniões. E nunca tive vontade de ler Desventuras. Talvez você até encontre algo com que se identificar, acho que você ia gostar do Al, amigo dela. Ele e a irmã do Ed são os melhores personagens.

Cíntia Mara disse...

Brigada, Nanie!

Eu nem me acho tão criativa assim. Só comecei a escrever e... saiu, haha.

Cíntia Mara disse...

Obrigada, Kellen :D Que bom que vocês estão gostando.
Se encontrar em promoção, vale a pena, no mínimo, pela edição linda. Tanto que estou pensando em trocar, mas fico com pena, rs.

Bjos

Naniedias disse...

hahah mas a resenha ficou ótima :)
Eu gostei mais do livro do que você, embora também não tenha me identificado muito com a Min >< Talvez só porque eu ADORO o Daniel Handler e acho fantástica a maneira que ele conta suas histórias...

Cíntia Mara disse...

Pois é, às vezes acontecem uns surtos de inspiração, haha.
Eu nunca tinha lido nada dele e, pra ser sincera, nem tenho vontade. E ainda li numa fase de extrema chatice, então não funcionou, mesmo.

Cíntia Mara disse...

Ah! Também gostei da forma que ele contou a história e como conseguiu entrar na personagem pra escrever.

Luciana Mara disse...

Eu também estou meio enjoada.
Estou colocando defeito em tudo... Também estou de ressaca!

uai... se for doar lembra de mim HAHAHAHA #caradepau

Naniedias disse...

Dele escrevendo como Daniel Handler eu também não li...  só como Lemony Snicket! Daí são textos para crianças mesmo - bem infantis! MAS EU ADORO! hahahah

Cíntia Mara disse...

Eu até gosto de livros infantis, mas nunca me interessei por esses. E nem sabia que ele tinha outros como Daniel Handler, depois vou dar uma olhada.

Cíntia Mara disse...

Hauhauhauha o "doar" era pra biblioteca do meu bairro =P Acho que sou a maior colaboradora de lá, já separei um monte pra levar assim que entrar de férias. Minha ressaca está diminuindo com o livro do clube, A Casa das Orquídeas o/

Naniedias disse...

Cíntia, é uma das melhores séries infantis que já vi :)
Tem outros, mas não no Brasil. Por aqui só tem esse mesmo e os assinados como Lemony Snicket!

Cíntia Mara disse...

Momento "sou fútil": Mas as capas são feias, huahauhauha.
Mas aqui... São infantis ou infanto-juvenis? Preciso de livros para emprestar (ou seja, eu também tenho que gostar, rs) a meninos de 8/9 anos.

Naniedias disse...

Cíntia, as capas não são feias O.o Podem não ser maravilhosas, mas definitivamente não são feias... eu adoro as ilustrações do Brett Helquist ^^

Então, são infanto-juvenis. Acho que seria mais indicado a partir de 10/11 anos... mas se os meninos de 8/9 já tiverem costume de ler, dá para ler sem problemas ^^ Os livros são curtinhos e têm uma linguagem simples.

Camila Araújo disse...

Eu também adorei essa resenha em forma de carta.
Nunca passei por isso não, nem sei se me interessaria pelo livro que parece ser... Sei lá. Não me atraiu muito.
Mas acho que vou procurar ele na livraria só pra ver a diagramação mesmo. ^^

Bjs.

liliansilva disse...

Adoro essas suas resenhas diferentes. É um 'não gostei' tão bem feito que ainda assim tenho vontade de ler. 

E só pra constar, cada editora usa um papel e tem um cheiro diferente. Ou será que sou eu que sou maluca e acho isso?

Enfim... acho que a sua resenha ficou tão poética quando o livro deve ser. rs

Cíntia Mara disse...

Ah, eu acho bem feinhas.
Hmm, entendi. Eu sei que ele já tem o costume de ler, mas não sei se daria conta de uma história mais avançada. Vou esperar mais um ou dois anos, então ;)

Cíntia Mara disse...

O livro é bem poético, mesmo, eu tentei reproduzir esse tom na resenha. Fico feliz que tenha dado tão certo :D

Nem pensei em olhar o tipo de papel, mas acho que vou passar a comprar mais livros da Cia. Fala sério, até nisso ela tem que ser a melhor? Hahaha

Elisa Braga disse...

Querida Cíntia,

Vim retribuir o seu comentário na minha resenha-carta de hoje. Não li o livro, mas tenho vontade de ler pra ver se o livro se sustenta na inovação narrativa. Estou lendo um assim também e a experiência até o momento está sendo bem "méh". Não acho que eu consiga me identificar também e é capaz de me irritar muito com os palavrões. Então, este livro deve ficar mais pra frente. Depois que eu ler eu vejo se mantenho um relacionamento sério com ele ou se termino com ele também.

Abraços
Elisa

Thamires Titonelli disse...

Kkkk...
esses pés...rsr

Vanessa Soeiro Carneiro disse...

Eu estou tentada a ler esse livro pela capa linda e pelos comentários positivos sobre ele. Mas estou com vários pés atrás devido ao autor. Desventuras em Série foi muito frustrante. É... se ele um dia me chegar as mãos, talvez eu leia.

Cíntia Mara disse...

Acabei de ouvir Two Hands, do Jars of Clay, e me lembrei desse comentário quando começa o "if I had two hands..."
Fagundes, só de curiosidade, você tem quantas mãos?
(Olhando a música, como um todo, faz sentido. Mas, pra começo de refrão, que é a parte onde todo mundo presta atenção, eu acho bem bizarro. Da primeira vez que ouvi, nem prestei atenção no resto, fiquei só pensando: "será que ele não tem uma mão só???")

Leticia disse...

HAHAHA Eu nem sei mais o que pensar, quando lançou foi um bafafá atrás desse livro, a gente não achava um defeito nas resenhas e daí de umas semanas pra cá é só blogueira falando que é de médio e ruim pra baixo. Conspiração???? KKKKKK Sorte que eu não comprei, me segurei apertada, mas não foi dessa vez...

Resenha em Carta fazendo jus ao livro, super original e divertido! Depois de quase 30 coments, vc já deve ter ouvido isso eu sei, kkkkk whatever...

Eu leria pq achei o toque real interessante, pra um romance, e o assunto é diferente, de certa forma. Não vou ler por ora, minha conclusão talvez possa ser parecida demais com a sua, prefiro deixar passar e ler em outra ocasião, talvez quando me separar *bate na madeira*

Bjs.

annieadelinne disse...

Wooooow, ficou muito boa essa resenha!! Eu gostei da apresentação do livro no vídeo da Companhia. Mas achei algumas coisas estranhas. Por que o livro é uma carta, né? Uma carta deeeesse tamanho? Como é que segura esse rojão? Só o Lemo... Daniel Handler mesmo. E o vídeo que ele gravou no metrô divulgando o livro? Um barato. Ele me lembrou aquele cara gordão que fazia o programa X-Tudo...

Cíntia Mara disse...

Não vi nenhum dos dois vídeos, rs.
Até que ele segura bem a carta, porque, através dos objetos, ela conta tudo o que aconteceu entre eles. O chato foi que desde o início eu percebi que os dois não combinavam em nada, então perdeu um pouco da graça. Eu queria torcer para eles não terminarem.

Cíntia Mara disse...

Eu gosto quando me identifico com um caso, aparentemente, diferente. No caso dela, isso não aconteceu, infelizmente =/

Cíntia Mara disse...

Bom, talvez você acabe gostando, né... Sei lá! Dependendo do preço, vale a pena comprar, nem que seja só porque a edição é linda, rs.

Cíntia Mara disse...

Cuidado, você pode querer comprar só por causa das ilustrações (e o cheiro), tipo eu =P

Cíntia Mara disse...

Qual livro você estava lendo? Ele sustenta a narrativa, sim. É uma história comum sobre o relacionamento dos dois, só que é como se fosse escrita em "segunda" pessoa.

Cíntia Mara disse...

Além de mim, só vi mais uma pessoa que não gostou. Mas é até normal, né? Livro nenhum vai agradar todo mundo, rs. Acho que, às vezes, as resenhas empolgadas demais acabam intimidando quem não gostou, por isso os defeitos demoram mais a aparecer. Tem muita gente por aí que não confia na própria opinião...

Elisa Braga disse...

Extremamente Alto & Incrivelmente Perto. Se eu conseguir escrever uma resenha, será o próximo post.

Vanessa Soeiro Carneiro disse...

Eu estou tentada a ler esse livro pela capa linda e pelos comentários positivos sobre ele. Mas estou com vários pés atrás devido ao autor. Desventuras em Série foi muito frustrante. É... se ele um dia me chegar as mãos, talvez eu leia.

Cíntia Mara disse...

Acabei de ouvir Two Hands, do Jars of Clay, e me lembrei desse comentário quando começou o "if I had two hands..."
Fagundes, só de curiosidade, você tem quantas mãos?
(Olhando a música, como um todo, faz sentido. Mas, pra começo de refrão, que é a parte onde todo mundo presta atenção, eu acho bem bizarro. Da primeira vez que ouvi, nem prestei atenção no resto, fiquei só pensando: "será que ele não tem uma mão só???")

Aline M. Gomes disse...

A Min tá super parecida com a doida da Isabel (de A Marca de uma Lágrima), sentimentos demais para apenas 16 anos, mas até entendo já que o Ed que deu bola, se ele não tivesse dado bola seria como minha versão 1.6, cheia de sentimentos que ficaram guardados e quase explodiram.

Vou acabar de ler...

Cíntia Mara disse...

A Isabel é mais legal.

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