Sisterchicks do the Hula - Robin Jones Gunn

quinta-feira, 29 de setembro de 2011


Título: Sisterchicks do the Hula!
Autora: Robin Jones Gunn
Editora: Waterbrook Multinomah
Páginas: 278
Comprar: Livraria Cultura | Livraria Saraiva
Mais: Citações | Histórico de leitura |
Resenha no blog Com tudo o que sou

Wherever there's chocolate, there's sure to be a SISTERCHICK celebrating, and this trip to Hawaii is no exception. Best friends Hope and Laurie are on an audacious mission to commemorate their fortieth birthdays in style. Surfing and sailing, sushi and snorkeling - these two macadamia nuts from the mainland sample it all, unhindered by a surprise little stowaway.
Watch out, Waikiki!

Luaus are only yhe beginning. The island experience binds Hope and Laurie's souls together, gently restoring their unfinished dreams. Garlanded with leis or swimming with sea turtles, they join the dance of delight in their Maker, entering the next season of their lives filled with the unforced rhythm of grace.

Enjoy! Se eu tivesse que definir meu 42º livro da Robin em uma palavra, esta palavra seria enjoy. As Sisterchicks da vez, Hope e Laurie, vão comemorar seus quarenta anos no Havaí e aprendem a apreciar as belezas da vida. Eu diria que até exageram um pouco, já que Hope é extremamente contemplativa e me cansou um pouco. Mas vou considerar que foram os hormônios da gravidez que a deixaram assim. Já Laurie é mais agitada, a sanguínea da vez – embora menos intensa que as outras sanguíneas da Robin.


Hello sunshine it's been too long
Since I felt your beautiful warmth upon my face
And how much have I missed
'Cause I've been focused on everything wrong
This road just felt so long
I forgot to lift my head to see you


A princípio, o fato da história se passar no Havaí me deixou meio desanimada. A Robin AMA o Havaí, quase todas as séries dela tem um livro lá. Eu só li Ilha dos Sonhos e Whispers, mas tenho Under a Mauí Moon na fila e estou aguardando a chegada de Love Finds You in Sunset Beach. A diferença é que, desta vez, o cenário não é Mauí, mas a ilha de Oahu e sua capital Honolulu, que já foi cenário de vários filmes. Quem gosta de cinema antigo, provavelmente vai gostar de tantas referências a filmes. Eu não conhecia nenhum citado, confesso.
Waikiki - Lugar feio, né? (Fonte)
Além dos filmes, as personagens amam fotografia, e eu só achei ruim o livro não ser ilustrado, haha. Sério, eu queria muito poder ver essas fotos – e daí se o livro é de ficção? Aposto que algumas foram tiradas nas inúmeras viagens que a autora já fez pelo mundo.

Holy spirit, breathe on me
Breathe your life on me

Assim como em Sisterchicks on the loose – e, provavelmente, em todo o restante da série – não há nenhum romance, e os maridos aparecem muito pouco; o foco é a amizade e a viagem. Pelo fato de serem protagonistas mais velhas, tem um pouco da questão da aceitação: aceitar as mudanças em seu próprio corpo, as decisões passadas, o que não pode ser mudado. São lições válidas até pra quem ainda não chegou a esta idade, embora eu tenha ficado meio desesperada quando me imaginei prestes a completar 40 anos.

Trilha sonora

Série Sisterchicks

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Há amor em mim

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Há amor em mim...
Ainda que ele queira se esconder e que palavras me faltem para expressá-lo.

You are loved

More than you can ever know

Há amor em mim…
Da fonte de amor e de vida, que habita em mim.
And now that you're full,
Of love beyond measure,
Your joy's gonna flow,
Like a stream in the desert.
Amor que sofre
Amor que se regozija
Amor que machuca
Amor que cura
Amor que liberta
Love is not easy
But it’s worth it
Amor... Amores...
Amores eternos, daqueles que se fazem amores desde os primeiros instantes da vida.
Amor futuro, do mundo dos sonhos.
Once upon a time
I only imagined this
And now you're mine
Amores... Paixões... Lembranças...
Amores amigos: Presença! Corações distantes, mas no mesmo compasso.
I'll be the angel by your side
I will get you through the night
I'll be the strength you can't provide on your own
Amor à vida, força motriz da própria vida.
Amor a Deus, amor de Deus.
But I need You to love me, and I
I won't keep my heart from You this time

Amor…
Pequeno
Grande
Antigo
Novo
Duradouro
Passageiro
Próximo
Distante
Recíproco
Platônico
Oculto
Manifesto...
Lalalala, it’s love!


Este post faz parte da Blogagem Coletiva Há Amor em Mim, promovida pela querida Elaine Gaspareto em comemoração aos três anos de seu blog, Um Pouco de Mim.

Acho que nunca participei de uma blogagem tão difícil! Eu não sei expressar meus sentimentos, sinto muito. Acabei inventando e ainda não sei se foi uma boa ideia, então é melhor publicar logo e parar de pensar. Se acharem algum erro, por favor, me avisem, porque eu não ouso nem revisar o texto pra não correr o risco de deletar tudo. Sério!



Citações ♫:

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Rádio Free - Bem pensado #3: Here's to you - Brooke Fraser

segunda-feira, 26 de setembro de 2011


Here's to you é uma música que me conquistou por uma frase, como várias das que eu gostaria de postar nesta coluna.

Life is short as the day is long

Em uma "primeira ouvida", esse "day is long" causa estranheza; os dias estão cada vez mais corridos. Mas, pensando bem, os dias são realmente longos, porque nós estamos sempre querendo que passem rápido. Segunda-feira de manhã... Quem não quer que chegue logo a sexta à tarde? Outubro começando, já esperamos pelo feriado do dia 12. Passou o feriado, queremos que chegue novembro - dia 2 cai na quarta, mas dia 15 dá pra emendar. E, assim, de feriado em feriado, a vida passa.





Cheers to the furrows on our brow

Brooke Fraser faz um brinde à vida. Um brinde à experiência. Um brinde às marcas do tempo. Às vitórias e às derrotas. À juventude e à velhice. À amizade - que torna certas experiências ainda mais valiosas.

This is my legacy: Cheers to you!

Nesse ponto, aqueles que me conhecem um pouco mais devem estar balançando a cabeça e pensando: "Justo quem falando disso? Aquela que morre de medo de envelhecer." Sim, aquela que acha que apenas uma vida não será suficiente pra fazer tudo o que quer: ler todos os livros, assistir todos os filmes, cantar todas as músicas até cansar, conhecer todos os lugares, conversar com todas as pessoas, colocar em prática todas as ideias malucas... Aquela que espera pela eternidade, quando o tempo que se perde dormindo não fará diferença. E aquela que fica com um nó na cabeça quando começa a pensar nisso. E outro nó na garganta.
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Minha vida fora de série #1 - Paula Pimenta

sábado, 24 de setembro de 2011


Título: Minha vida fora de série - Primeira temporada
Autora: Paula Pimenta
Editora: Gutenberg
Páginas: 408
Comprar: Livraria Cultura | Livraria Saraiva | Livraria da Travessa
Mais: Histórico de leitura | Citações | Site oficial | Blog

Mudar de cidade sempre é difícil, mas fazer isso na adolescência é algo que deveria ser proibido. Como começar de novo em um lugar onde todos já se conhecem, onde os grupos já estão formados, onde ninguém sabe quem você é? A princípio, Priscila não gosta da ideia, mas aos poucos percebe que pode usar isso a seu favor, tendo a chance de ser alguém diferente. Mas será que o papel escolhido é aquele que ela realmente quer representar? Aos poucos, Priscila percebe que o que importa não é o lugar e sim as pessoas que vivem nele. E que, além da nova cidade, há algo mais importante a se conhecer: ela mesma.

Quem gosta da coleção “Fazendo meu filme” não pode perder o livro de estreia dessa nova série de Paula Pimenta. Situado no mesmo universo ficcional, temos a oportunidade de acompanhar alguns dos nossos já adorados personagens, três anos antes da história de "Fazendo meu filme” começar.

Não perca a 1ª temporada da vida fora de série de Priscila!
Este post faz parte do Desafio Literário 2011

O tema deste mês do Desafio Literário é Autores Regionais. Eu já tinha 3 livros escolhidos, mas tive que mudar quando a Paula Pimenta anunciou que lançaria seu mais novo livro na Bienal do RJ. A escolha não poderia ser melhor, já que, além dos livros dela serem ótimos, a vida belorizontina é muito bem representada¹.

Apesar de narrado por uma garota de 13 anos, o livro não é infantil e tenho certeza que pode agradar a todas as idades. Por outro lado, os conflitos e a intensidade de sentimentos são típicos da adolescência: A curiosidade, a cumplicidade com as amigas, o drama de achar que nunca irá se recuperar do primeiro não-amor, a preocupação dos pais etc. Os personagens são ótimos, e eu ri muito com a cunhadinha Sam e a professora Glória.

Desfaz o vento
O que há por dentro
Desse lugar
Que ninguém mais pisou...

Para dar um charme a mais, a cada início de capítulo há uma citação de série. Eu não sou fã de séries – a única que gosto mesmo é Gilmore Girls, mas até ela eu parei de assistir faltando uma temporada pra terminar – mas acho muito legal ler a citação e ficar imaginando o que vai acontecer. Além disso, a cada final de capítulo há e-mails, cartas e mensagens de texto, uma graça. E, pra completar, os personagens amam música e poesia, e elas estão presentes o tempo todo. O mocinho da história me surpreendeu por ser tão sensível e fofo. Eles também amam animais e falam muito disso; algumas partes ficaram meio chatas - já que eu fujo de cachorro e gato como o diabo foge da cruz - mas deu pra levar numa boa.

Você está vendo
O que está acontecendo
Nesse caderno
Sei que ainda estão...

Quem leu Fazendo meu Filme sabe que Priscila é amiga dos protagonistas, então vários personagens da outra série aparecem aqui; alguns possuem papel importante, outros aparecem rapidamente. Confesso que fiquei surpresa de ver como a personalidade de cada um deles é coerente! Imagino que manter a coerência seja uma das tarefas mais duras de um escritor, por isso dou os parabéns à Paula por ter conseguido, mesmo ao escrever uma história que ocorre três anos antes e sob o ponto de vista de outra pessoa.

Os versos seus
Tão meus que peço
Nos versos meus
Tão seus que espero
Que os aceite...

O único ponto negativo da série é ter sido lançada depois de FMF. Por já saber várias coisas sobre os personagens, minha imaginação ficou restrita. Não tinha aquela coisa de adivinhar o que ia acontecer, a maioria das possibilidades era logo descartada. Quem já leu FMF não tem como voltar atrás; a quem não, eu recomendo: Leia MVFS primeiro.

Trilha sonora:
Pouco tempo depois de terminar de ler, eu ouvi uma música que fez parte dos meus treze anos e acabou combinando com o livro, inclusive por ser de uma banda também belo-horizontina: Resposta - Skank.

Notas
¹ Exceto a parte em que ela diz que em Minas as pessoas dão dois ou três beijinhos ao cumprimentar, já que eu sempre me embaralho quando vou pro RJ, porque lá eles dão dois, e aqui é só um. Observação inútil, eu sei, mas não poderia deixar passar. Tirando esse detalhe, o livro é mesmo muito belorizontino: Das idas ao clube e ao shopping, já que Minas não tem praia, à personagem reclamando que o aeroporto fica nos confins do mundo (alguém me arranja outra piada, por favor, que até eu já estou me cansando dessa).
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A virada (Filme)

sexta-feira, 23 de setembro de 2011


Título: A Virada
Título original: Flywheel
Gênero: Drama
Ano: 2003
Duração: 90 minutos
Mais: Site oficial | Trailer legendado

Jay Austin quer vender carros usados da pior maneira... e é assim mesmo que ele negocia na sua loja. Promete muito mais do que pode cumprir e faz qualquer coisa para vender um carro. Sua atitude manipuladora se manifesta em todos os seus relacionamentos. Até sua esposa e seu filho sabem que não podem confiar nele. Mas Jay passa a trabalhar na restauração de um modelo clássico conversível e começa a ver que Deus está se esforçando para recuperá-lo. Ao encarar a realidade de como ele se comporta de verdade, Jay Austin vive uma grande reviravolta: aprende a honrar a Deus nos negócios, nos relacionamentos, na sua vida toda!

Apesar de amar livros de ficção cristã, eu tenho dois pés atrás com filmes nesse estilo. Primeiro porque, normalmente, a produção é ruim - vide exemplo de Deixados para Trás, cujos livros são excelentes, mas os filmes dão até tristeza. E segundo porque parece ser muito mais fácil fazer um filme medíocre com liçãozinha de moral do que um filme verossímil que transmita a mensagem bíblica sem ofender a inteligência de quem o assiste.

A Virada, primeiro filme dos "Kendrick Brothers", me passava a impressão de se encaixar perfeitamente nos dois pontos que citei; por isso relutei muito em assistí-lo. Por algum motivo meio aleatório, a iminente estreia de Courageous, quarto filme da dupla, e o clipe da música título despertaram o meu interesse. Decidi, então, assistir A Virada e Desafiando Gigantes e, pela segunda vez e meia terceira vez, Prova de Fogo.

Sinto dizer que minhas impressões não estavam erradas. O enredo é bom, e a mensagem é importante. Porém, achei que a "moral da história" ficou forçada. Não que eu não acredite que tudo aquilo possa acontecer; só que as coisas não acontecem assim para a maioria das pessoas, e eu prefiro quando a história segue um curso mais natural.


Por outro lado, sei que este foi um passo importante para o cinema cristão. Não quero me adiantar nos comentários dos outros filmes, mas gosto muito de Prova de Fogo, e, pelo trailer, Courageous também parece ser muito bom. Na próxima semana saberei se Desafiando Gigantes compensa todos os elogios e recomendações que recebe.
...
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Não vou falar da trilha sonora!
Não vou falar da trilha sonora!
Não vou falar da trilha son...
Perdeu meia estrelinha por não ter nenhuma música legal. Ih, falei!
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Onde foi parar o nosso tempo? - Alberto Villas

quarta-feira, 21 de setembro de 2011


Título: Onde foi parar o nosso tempo?
Autor: Alberto Villas
Editora: Globo
Páginas: 224
Comprar: Livraria Cultura | Livraria Saraiva | Livraria da Travessa

Depois de afirmar que O mundo acabou!, depois de perguntar Afinal, o que viemos fazer em Paris? e revelar um Admirável mundo velho!, o jornalista e escritor Alberto Villas saiu em busca do tempo perdido. Em Onde foi parar nosso tempo?, resgata uma época em que tínhamos tempo para lavar fraldas, degelar a geladeira, esperar a massa do bolo descansar, escrever cartas, dar corda no relógio, esperar o leite ferver e no final do dia ainda sobrava tempo. Este livro reúne cinquenta pequenas histórias de época que vão deixar o leitor cabreiro e com a pulga atrás da orelha a perguntar: Onde será que foi parar o nosso tempo?
Este post faz parte do Desafio Literário 2011

Lembro-me de quando comprei esse livro. Eu estava passeando pela Saraiva, como fazia quase todos os dias depois do almoço, quando trabalhava perto do Diamond Mall. Um livro pesado e vermelho, que destacava na prateleira de nacionais; um livro nostálgico e cheio de lembranças, como as que me invadem ao iniciar esta resenha.



Onde foi parar o nosso tempo é uma coleção de crônicas nostálgicas, da infância do autor. Por ele ser um tanto mais velho que eu, eu não vivi muitas de suas lembranças, mas isso não tornou o livro menos gostoso de se ler. Amo crônicas, então as chances de eu não gostar eram bem pequenas. Só não gostei muito do tom de “antigamente era melhor” que notei em alguns momentos. Mas talvez tenha sido apenas impressão, já que na orelha do livro diz exatamente o contrário – que ele não quer exaltar os velhos tempos, apenas não deixar que caiam no esquecimento.



Leitura rápida, leve e divertida; livro divertido, muito bem feito e cheio de ilustrações. Recomendo!
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Rádio Free - Te conheço #3: You never let go

segunda-feira, 19 de setembro de 2011


A música não tem muitas versões, mas eu tenho uma "historinha" com ela que preciso registrar em um post dedicado.

Ouçam o CD todo ;)
Tudo começou no início deste ano, em fevereiro, eu acho, quando a Rebecca St James liberou as músicas de seu novo álbum em seu site antes do lançamento do CD. Ouvi todas as músicas algumas vezes, gostei, mas depois larguei pra lá.

Eu nem estava me lembrando disso quando fui ao show do Casting Crowns em maio. Nesse show, eles cantaram duas músicas que eu não conhecia. A primeira eu consegui anotar um pedaço da letra no Twitter pra pesquisar depois. Já a segunda acabou não dando, na loucura pra curtir o show, tirar foto e tuitar. Eu só sabia que "conheço essa música de algum lugar".

Alguns dias depois, coincidentemente, eu ouvi o CD da Rebecca e a segunda música, You Never Let Go, foi a que mais me chamou a atenção. Primeiro por eu ter gostado, segundo porque eu tinha certeza que já a ouvira em algum lugar. Joguei no letras.terra:

Ouvi as versões de Jeremy Camp, Matt Redman e Stellar Kart, mas não "reconheci" nenhuma. Forçando a memória, lembrei que a música que eu conhecia fora cantada ao vivo e cheguei a uma conclusão brilhante: Ah, eu assisti a trocentos vídeos do Jeremy no RJ, deve ter sido num desses. Procurei, procurei, procurei e nada. Só que eu tinha uma coisa mais importante pra pesquisar. Lembra a música do show, que eu não lembrava? Fiz uma pesquisa bem abrangente no Youtube e estava disposta a abrir todos os milhares de vídeos que aparecessem até descobrir. Até que apareceu este vídeo:





Olha só que pessoa de sorte! Passei dias procurando duas músicas que, no final das contas, era uma só. O melhor de tudo é que eu amei a música. E concluí que, assim como em Shout to the Lord, a da Rebecca é a melhor.

Ouça todas e escolha a sua favorita:

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To die for - Sandra Byrd

sexta-feira, 16 de setembro de 2011


Título: To die for
Autora: Sandra Byrd
Editora: Howard Books
Páginas: 332


To Die For, is the story of Meg Wyatt, pledged forever as the best friend to Anne Boleyn since their childhoods on neighboring manors in Kent. When Anne’s star begins to ascend, of course she takes her best friend Meg along for the ride. Life in the court of Henry VIII is thrilling at first, but as Anne’s favor rises and falls, so does Meg’s. And though she’s pledged her loyalty to Anne no matter what the test, Meg just might lose her greatest love—and her own life—because of it. 

Esta resenha será um pouco diferente das outras, pelo menos no começo. Eu queria escrever  uma resenha totalmente bilíngue, mas meu inglês não é muito bom para escrita, e eu levaria horas. Então, como a autora me cedeu o livro para resenha, e como eu gosto tanto dos livros dela e quero que ela saiba disso, vou fazer um comentário mais sucinto e depois prossigo normalmente.


Sandra, first of all, thank you for the book for review! And congratulations for write so great books. I already read Let them eat cake and loved it. Now, I loved To die for too. I loved knowing an important period of World History through Meg's eyes. At each page, I wish her having a happy ending, as well as Anne - although I knew how the History ends. I have to point that I had some difficulties with the language, but I could understand what realy matters.


Pronto, agora posso falar em Português. Como diria a Luciana, Sandra Byrd acabou de entrar para a lista de autores que, se escreverem um conto no papel higiênico, eu compro! Porque eu ler o primeiro livro e amar pode ser sorte. Mas aí ela resolve escrever um livro de ficção cristã e histórica, ambientado na época em que, nos bastidores da côrte de Henrique VIII, a Reforma Protestante começava a se agitar. (Ficção cristã só porque eu sei que ela escreve livros desse estilo, porque o cristianismo praticamente só aparece relacionado à Reforma.)


A narradora é uma mulher de quem eu nunca ouvira falar. Mesmo tendo à sua disposição as cinco esposas, duas filhas e algumas amantes do rei, a autora optou pela visão de Margaret (Wyatt) Lee, ou apenas Meg, melhor amiga da polêmica Ana Bolena. Acho que é a primeira vez que eu leio um livro cujo "protagonista" é, na verdade, coadjuvante. Ela tem sua própria história, um romance que me fez torcer, mas, a meu ver, a verdadeira protagonista foi Ana, com toda a sua determinação em se tornar rainha da Inglaterra e sua frustração por não gerar um sucessor vivo para o rei.


Outro aspecto interessante é o fato de que, mesmo sem nunca ter estudado História Geral no colégio, eu já sabia como aquilo tudo ia terminar. Afinal, os Tudors são personagens conhecidos, tendo inspirado, inclusive, a famosa série de Philippa Gregory, que eu ainda não li porque não sou compulsiva a ponto de deixar um rim na livraria. A minha ansiedade para terminar o livro era diferente, eu não queria saber o que aconteceria, mas em que parte da História o livro terminaria, qual o papel de Meg e se haveria um final feliz para seu romance com Will Ogilvy.


O único ponto negativo do livro é que eu fiquei sem entender algumas coisas, porque o inglês daquela época é meio complicado. E no final as coisas acontecem muito rápido, então eu tinha que reler algumas partes pra tudo fazer sentido. Então, não recomendo para quem não tem muita experiência com a leitura no idioma.


To Die For foi cedido pela autora para resenha; O livro faz parte de uma série, Ladies in Waiting, e será sucedido por The Secret Keeper (sobre Catarina Parr, sexta e última esposa de Henrique VIII) e Queen of Hearts (sobre Isabel I, filha de Henrique VIII com Ana Bolena). Mal posso esperar que sejam lançados. Enquanto isso, lerei Bon Appétit e Pièce de Résistance, continuações de Let them eat cake, da mesma autora.



There are many ways to arrive at the Tower of london, though there are a few ways out. Kings and queens ride in before a coronation, retinue trailing like a train of ermine. Prisoners, however, arrive on foot, shoved through one cavernous gate or another by the wardens, who live, as all do, at the mercy of a merciless king. Some unfortunate few are delivered to the Tower by water.
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Rádio Free - Perfil #3: Resgate

quarta-feira, 14 de setembro de 2011


Banda conhecida, que já cansou de aparecer aqui no blog, mas que merece um post dedicado por um motivo em especial: É a única banda brasileira que eu costumo ouvir. Sério, todo mundo sabe que eu sou enjoada pra música e que ando cansada da mesmice das músicas em nosso país. Com Resgate é diferente, pois mesmo que cada música traga a identidade dos músicos, as mensagens são sempre novas. E eu admiro muito quem consegue fazer isso, porque não deve ser fácil.


A banda é formada por Zé Bruno (guitarra, lead vocal), Jorge Bruno (bateria), Hamilton Gomes (guitarra, back vocal), Marcelo Amorim (contrabaixo) e Dudu Borges (teclado) e já está na estrada há mais de 20 anos. Aqueles que, como eu, ficam no Twitter o dia inteiro, talvez gostarão de saber que todos eles têm perfis bem ativos na rede social - vale a pena seguir, assim como ao Twitter oficial da @bandaresgate.


Tive a oportunidade de assistir a dois shows e também de pegar autógrafos e tirar fotos. Preciso dizer que são todos muito simpáticos e passam longe daqueles estereótipos de "super santos" ou de "estrelinha gospel" que eu não suporto.


Julho/2010: Eu e Geisi com Jorge, Zé Bruno, Marcelo e Hamilton em Betim/MG
Felizes por ver nossa banda brasileira favorita de todos os tempos
Quem gosta de rock e de música cristã, faça o favor de pular pro meu Top 15 ali embaixo e ouvir tudo; depois volta pra comentar e me agradecer imensamente pela dica. A quem gosta de rock não-especificamente-cristão, recomendo o CD Ainda não é o último, que é mais eclético.


Top 10 15 50 da Banda Resgate na Rádio Free (Clique aqui e ouça tudo)
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Perigo! Mineiras em férias no RJ - Parte II

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Pra começar, este post está atrasado. Bastante coisa aconteceu desde o último post; nem estou mais no RJ, mas fui acometida de preguicite aguda e não consegui escrever antes. Mas vamos lá, né? Sem enrolação!

07/09 - De volta à Bienal

Meu plano era de ir a Petrópolis na quarta, mas não deu. Então, pra não ficar à toa o dia todo, voltei à Bienal. Perdi a van que ia sair de São Gonçalo, porque dormi mais que a cama, e tive que refazer a sina de pegar quatrocentos e trinta e nove ônibus pra chegar. Chegando... MEU-DEUS. Nunca vi tanta gente junta na vida. Sinceramente, quase me arrependi. Deu apenas para participar do encontro de fãs do Nicholas Sparks e passar por quatro estandes.

O primeiro foi o da Editora Gutenberg, pra comprar Minha vida fora de série, da Paula Pimenta. O segundo foi o da Editora Hagnos, que publica os livros da série O'Malley no Brasil. Os livros de ficção cristã estavam com preços ótimos, mas eu não comprei nenhum. Adivinha por que? Sim, porque já tenho (e já li) todos. Depois fui ao estande da Editora Danprewan, onde encontrei a autora Lycia Barros (A bandeja) e comprei Entre a mente e o coração. Por último, passei pelo estande do Grupo Editorial Record, pra procurar um livro que a Luciana me pedira, mas não consegui encontrá-los.


Nisso já eram 18:30, e eu saí, levando um susto com o tamanho da fila pra pegar o ônibus. Umas 1000 pessoas na fila pra ir sentado e umas 600 pra irem de pé. Cheguei em SG lá pelas 22h, arrependida por não ter procurado o pessoal que estava de van.

08/09 - Búzios

Desde pequena, tenho uma listinha mental de lugares que queria/quero conhecer. No exterior, Veneza, Florença, Paris; No Brasil, Lençóis maranhenses, Fortaleza, Angra dos Reis, Búzios. Quinta-feira eu pude riscar mais um item dessa listinha. Após um convite da Nanda e vários e-mails pra acertar tudo, lá fomos nós para Búzios. Infelizmente, o tempo passou muito rápido; acho que eu poderia ficar pelo menos mais dois dias por lá. Mas valeu a pena. Caminhamos pela Orla Bardot, conversamos com Brigitte, pegamos uma praia, nos molhamos no mar gelado, passeamos de bugue e tiramos muitas fotos.


09/09 - É hora de dar "Tchau"

Não queria. Por que Belo Horizonte não pode ser do ladinho do Rio de Janeiro? Acho que ninguém mais duvida que algum dia eu ainda vou morar lá.

Enfim, a sexta-feira voou. O vôo era às 16h, saí de casa 14:10, suando depois de enfiar todo o peso dentro da mala pra não ter que carregar um monte de bolsas. Graças a Deus que a Mona é organizada, se dependesse só de mim... Tinha planejado tudo direitinho, mas o trânsito de Niterói não colaborou, eu acabei tendo que pegar um táxi pro Santos Dumont e cheguei em cima da hora. A mala, que foi com 14kg, voltou com 22kg. Tudo certo no vôo, cheguei a Confins do Mundo às 17h.

Podem me chamar de anta: Escolhi o pior horário pra chegar a BH. Peguei o ônibus pra rodoviária e depois um táxi pra casa. Em duas horas meu corpo já manifestava sua insatisfação por sair de um lugar com 80% de umidade pra um com 20%. Espirrando feito louca, saí do táxi e esqueci o note lá dentro.
...
Pausa.
...
Eu NUNCA esqueci nem uma caneta em táxi, por isso não costumo me preocupar em ter como localizar o taxista depois. Assim que dei falta do note, um minuto depois de fechar o portão, eu saí correndo pro ponto de táxi mais próximo, já telefonando para as cooperativas. SUFOCO. Vinte minutos, alguns telefonemas e três discussões depois, a campainha tocava. Por um milagre, ele resolveu olhar no banco de trás. Fim do sufoco, de volta à vida normal.

10/09 - Ainda não acabou

A viagem acabou, mas minhas férias vão até quarta-feira. Eu queria ter ficado mais tempo no RJ, mas tive um bom motivo para voltar. Dia 10 presenciei o casamento de duas pessoas muito especiais para mim. Amo compartilhar a felicidade dos meus amigos, por isso não posso deixar de registrar esse momento :-D (E, como auto-trollagem é o que há, preciso contar que chorei quando fui abraçar a Geisi.)


Beijos e boa semana!

PS: Excepcionalmente esta semana, a coluna Rádio Free - Perfil será postada na quarta-feira.

ß Parte 1


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