Relembre #6 - Julho

sábado, 30 de julho de 2011

Adivinhem quem ficou enrolando o mês inteiro pra postar o Relembre? Mas este mês eu tive motivo, porque foram muitos posts, muitas ideias nascendo... Mas vamos ver o que rolou em julho do ano passado? Até me lembro de quando escrevi esses posts, passou tão rápido!


O título desse post tá muito gay, eu sei. Mas não, isso não tem nada a ver com nada que você possa estar pensando. Eu nem conheço a Lídia. Pra ser sincera, nem tenho certeza se é Lídia ou Lígia (ou Lydia, ou Lidya ou Lygia ou Ligya ou qualquer outra coisa que possam inventar), já que os dois nomes soam de forma muito parecida, dependendo da pessoa que pronuncia. A única coisa que eu sei é que me confundem com ela. (Continue lendo...)


Esse post eu ficaria feliz se todos lessem, porque é cada coisa que a gente recebe na internet! Não custa nada prestar atenção pra não ficar mandando e-mails inconvenientes e ir parar na caixa de spam dos seus amigos, né? Quer saber quais são as minhas dicas? Continue lendo...




Claro que eu não deixaria de ler a biografia de um dos melhores personagens da história! Adoro Chaves. E Chapolin também. Odeio coisas repetitivas. Mas adoro os programas mesmo assim. Deve ser o único programa ao qual eu assisto incontáveis vezes e continuo rindo das mesmas piadas. Não só eu, como também as minhas irmãs. Choramos de rir. E temos várias de suas frases incorporadas ao dia-a-dia, ditas sem nem perceber... (Continue lendo...)




E aí, gostaram? Sintam-se à vontade para ler e comentar em qualquer um dos três posts. Ou em todos, melhor ainda :-P Amo receber comentários nos posts antigos (e nos novos também, claro. Qual blogueiro não ama, né?), hehe.
Beijos e bom final de semana a todos.

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Causos #1 - Mas vai demorar...

sexta-feira, 29 de julho de 2011


É quase oficial. Sexta-feira é dia de atoísmo. E como estou gostando desse negócio de colunas, aqui vem uma pra divertir: Causos. O assunto da sexta passada continua: Ônibus. Creio que eles – e as “figuras” relacionadas – serão os maiores colaboradores da Causos. Começarei pela linha de frente: Os motoristas.

Fonte

Cena 1: Antes de chegar ao ponto, percebo que o ônibus está vindo. Saio correndo pra não perder. Entra uma moça na minha frente.

Motorista: Mas não passou um 1000 agora, não?
Moça ignora. Motorista fala comigo.
Motorista: Hein, não passou um na minha frente?
Eu: Não sei, acabei de chegar.
Passo da roleta e continuo ouvindo.
Motorista: Passou. Por que vocês não pegaram ele?

Repita a cena para os próximos pontos.
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Cena 2: É o mesmo ônibus da Cena 1, que eu pego à noite, pra ir pra casa. Ele não tem ponto final. Passa em frente a um shopping, dá a volta no bairro, e volta passando do outro lado do mesmo shopping. No bairro, o ônibus lota, então eu – e outras pessoas que preferem ir sentadas – pego no ponto do shopping antes da volta.

Motorista: Por que você não pega do lado de lá? Aqui ele vai demorar muito.
Moça: Porque enche, eu quero ir sentada.
Motorista: Mas vai demorar. Lá em cima ta agarrado.
Moça: É, mas é melhor do que ficar em pé.
Motorista: Mas vai demorar, hein, to te avisando.
...
Motorista: Falei que ia demorar...
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Cena 3 - : Eu de férias no Rio de Janeiro, indo de São Gonçalo pra Barra da Tijuca. Seguindo orientações de quem mora lá, desço no centro pra pegar um ônibus rodoviário, que passa pela orla e é mais seguro pra eu poder tirar fotos sem tomarem minha câmera.

Eu: Bom dia, você passa no Barra Shopping?
Motorista: Passo, mas passo no aeroporto primeiro.
Eu, entregando o dinheiro da passagem: Tudo bem.
Motorista, sem querer receber a passagem: Mas vai demorar muito, moça. Tem outro ônibus que vai mais rápido.
Eu, ainda tentando pagar: Eu sei, não tem problema.
Motorista: Não, pega aquele outro, esse aqui vai demorar muito.
Eu: Mas eu quero esse!
Motorista: Mas vai demorar.
Eu, impaciente e quase jogando a nota em cima dele: Eu sei.
Motorista, finalmente se rendendo a receber: Mas vai demorar, hein...

EU. SEI. QUE. VAI. DE-MO-RAR!!!
E aí, já se deparou com algum motorista que tentou decidir por você? A menos que você seja uma dessas pessoas que chora pra decidir qual marca de sabão em pó comprar, deve ter se irritado bastante, né?! Compartilhe seu Causo nos comentários ;)

Leia também:
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Qualquer gato vira-lata (Filme)

quarta-feira, 27 de julho de 2011


Título: Qualquer gato vira-lata
Gênero: Comédia romântica
Ano: 2011
Duração: 95 minutos

Qualquer Gato Vira-Lata narra a história da jovem estudante de direito Tati (Cléo Pires), que é abandonada pelo namorado Marcelo (Dudu Azevedo). Disposta a recuperar o amor, a jovem oferece como cobaia para as pesquisas do professor Conrado (Malvino Salvador). O pesquisador tem uma tese polêmica sobre a harmonia entre as conquistas amorosas das pessoas e as leis da biologia, baseando- se nas atitudes dos animais, já que normalmente as fêmeas são recatadas e os machos são audaciosos.

Curiosamente, a própria vida amorosa do professor nega sua tese, pois sua namorada Angela (Rita Guedes) manda na relação. A experiência entre o pesquisador e a cobaia se revela ainda mais desafiadora a partir do momento que o romance começa a surgir entre os dois. 
Colegas que fazem chapinha no cabelo, carreguem suas sombrinhas, porque vai chover. EU fui ao cinema pela segunda vez no ano. Mais uma e o recorde de 2009 e 2010 será igualado. Culpa da Nanda, viu? Ela já tinha assistido e falou que ia com a gente de qualquer jeito. Por mais que eu estivesse morrendo de sono e com um mau-humor horroroso no dia, sou educada o suficiente pra não fazer essa desfeita. Nanda falou que a gente ia rir. E COMO eu ri. Ri e chorei (de rir).

É um filme previsível, cheio de clichês e personagens caricatos. Não tem um roteiro brilhante. Não é nenhum exemplo, que vá ser apresentado em Cannes pra mostrar a qualidade do cinema brasileiro. Os personagens não são extremamente complexos e realistas (pra falar a verdade, são uns filhinhos de papai desocupados. Tirando o Conrado.). É um filme pra divertir e nisso ele cumpre seu papel.

Cléo Pires pode não ser tão boa atriz quanto a mãe, mas suas caras e bocas são impagáveis e garatiram boa parte das gargalhadas. Como na cena do café (quem nunca passou por isso, que atire a primeira pedra) e na conversa com Marcelo ao telefone. Adorei a ironia da cena inicial, quando ela fala uma coisa e mostra outra. Vem cá, alguém sabe me explicar o que são olhos amendoados???

Dudu Azevedo foi melhor do que eu imaginava. Meninas, não me batam, mas eu não gosto dele. Além de, ao meu ver, não ser bonito, o acho um péssimo ator. Mas, como eu disse, não foi tão ruim assim. Muito bom ver a cara dele de quem não está entendendo nada.

Do outro lado do triângulo está Malvino Salvador. Ah, dele eu gosto! Apesar do personagem ser meio bobão, foi legal também. E a teoria do professor é muito engraçada. (Ofereço-me como cobaia para sua pesquisa, pois sempre fiz tudo direitinho e continuo solteira.) Principalmente quando ele começa a fazer analogias com os animais, divertidíssimo.

Acho que o personagem que mais arrancou gargalhadas foi Magrão, amigo de Marcelo. Ele é meio, hmm, bobagento. Mas é muito engraçado.

O filme todo é engraçado, mas o final se supera. Ou melhor, o quase final. O final é o clássico happy ending das comédias românticas (isso não é spoiler, né? Pelo amor, qualquer um sabe como terminam as comédias românticas!). Uma reclamação geral do nosso grupinho na saída do cinema foi que o final poderia ter mais coisas. Porque é sempre assim, o casal se ajeita e THE END. Não custava mostrar mais um pouquinho deles, né?

Ah, uma coisa que eu gosto (e vocês nem sabem disso porque eu não vivo falando, sabe?) em filmes nacionais, assim como nos livros, é ver lugares conhecidos. Foi tudo filmado no Rio de Janeiro, e eu nem preciso dizer que só serviu pra aumentar minha vontade de ir pra lá todo final de semana (Além de tentar adivinhar que praias eram aquelas, não é, Nanda?).

Filme recomendado pra quem deseja umas boas gargalhadas.
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Rádio Free - Bem pensado #1: What this world needs (Casting Crowns)

segunda-feira, 25 de julho de 2011


Terceira e última novidade da Rádio Free. A Bem Pensado vai trazer meus comentários sobre aquelas letras que, por algum motivo, me chamaram a atenção (mais do que o normal). Pra ser sincera, há meses eu venho rascunhando alguma coisa sobre What this world needs, mas nunca achava que estava bom o suficiente. Há vários textos com o nome dela no céu dos posts deletados. E esta coluna nasceu por causa dela.

Antes de falar da letra, tenho que dizer: Mesmo que você não preste muita atenção nas letras, não saiba inglês, ou não goste de música cristã, ouça! Foi comprovado empiricamente por esta cientista (ahá! Sabia que esse "título" ainda iria me servir pra alguma coisa) que vos fala que o som do baixo de Chris Huffman com as guitarras de Hector Cervantes e Juan DeVevo libera no organismo substâncias semelhantes às liberadas pelo chocolate (Nota mental: Terminar os posts que tenho rascunhados sobre os dois).


Eu poderia apelidá-los de Laka.
Tá, brincadeiras à parte, apesar de amar o instrumental, ele realmente não é o mais importante. Se não houvesse mais nada de bom na música, eu ainda gostaria dela devido a uma frase.

What this world needs is not another sign waving super saint who’s better than you

EU. NÃO. SUPORTO. SUPER-SANTOS. Sério! Quer ser arrogante com seu trabalho, com seu dinheiro, com seu relacionamento, com sua inteligência, com sua beleza ou qualquer outra coisa? Problema é seu, nem vou ligar. Mas, para o seu próprio bem, não me venha ser arrogante com a sua santidade! E eu digo “pelo seu próprio bem” não porque eu vá fazer alguma coisa – embora dê vontade – mas porque quando você cair, a queda vai ser muito feia.

Há controvérsias
Diante de Deus todos somos iguais. Um bando de nadas. Você pode até achar que é alguma coisa porque ora a madrugada inteira, porque já leu a Bíblia toda quinze vezes, porque faz tudo certinho, etc, mas é tudo questão de escala. Você só parece grande porque está observando numa perspectiva humana. Deus é tão, mas tão maior que, comparados a Ele, nós não valemos nada mesmo. Matematicamente falando, se fôssemos tirar a razão entre nós e Deus, os únicos algarismos significativos seriam zeros e mais zeros. E a razão inversa tenderia ao infinito.

Mas sabe qual a parte boa disso tudo? Deus ama todos esses nadinhas aqui. Porque Ele escolher amar, não porque merecemos.

Então, bora descer desse pedestal e parar de apontar o dedo julgando os erros dos outros?

Detalhe que eu gastei um post inteiro pra falar de um verso. Imagina se eu quisesse falar da música toda?

What this world needs
Is a Savior who will rescue
A Spirit who will lead
A Father who will love them

;-)

  • PS1: Claro que isso também se aplica a mim. Quem dera que eu fosse totalmente livre de preconceitos e julgamentos.
  • PS2: Não estou dizendo que Deus aprova qualquer coisa que façamos ou concorda com nossos erros (sobre isso eu recomendo este post do Belbellita). O assunto aqui não é o relacionamento com Ele, mas sim a forma como uns se acham superiores.
  • PS3: Fiquei tão feliz com os comentários da coluna de semana passada! Sério, não imaginei mesmo que tanta gente fosse gostar. Espero que gostem deste também.
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Meu marido foi embora. E agora? - Valéria Araujo

sábado, 23 de julho de 2011

Título: Meu marido foi embora. E agora?
Autora: Valéria Araujo
Editora: Ixtlan
Páginas:  119
Comprar: Site da autora

É comum casais se separarem, mas a dor sempre fica com aquele que foi abandonado, traído ou trocado. Para as mulheres, mesmo nos dias de hoje, ainda é comum que elas deixem um pouco de lado os seus sonhos e vivam em função da família, e com isso os anos vão passando...

Neste livro você conhecerá a história de Helena, que sempre sonhou com sua independência financeira desde muito pequena, mas é manipulada por seu marido e acaba deixando sua profissão para cuidar da casa e da filha. O marido de Helena escolhe o pior momento de sua vida para deixá-la. Helena enfrenta grande dificuldade para trabalhar, sustentar a casa sozinha e cuidar de sua filha. Você certamente sofrerá junto com Helena e sentirá orgulho dela também. Apesar de ser um drama, a história de Helena é contada com humor. Narrada em primeira pessoa, esta história certamente te fará rir e chorar.

Este post faz parte do Desafio Literário 2011

O tema do DL este mês é “Novos autores nacionais”. De 2009 pra cá, tem ocorrido um movimento de incentivo à literatura nacional, principalmente nos blogs e no Twitter. Eu já comprei/li vários desses livros depois de ver resenhas positivas e, na maioria das vezes, concordei com a opinião geral. “Meu marido foi embora. E agora?” foi uma compra atípica, feita totalmente por impulso porque estava (aparentemente) barato. Mas o que fazer quando, logo depois de comprar, sua intuição começa a lhe dizer que você fez um péssimo negócio e não vai gostar do livro? Vários meses depois, eu usei o DL como pretexto pra me obrigar a ler logo.

Não preciso dizer que não gostei, porque a única estrelinha ali em cima já deixa isso bem claro. Quero deixar claro também que detesto ter que criticar livros nacionais, porque é bem possível que minha opinião chegue à autora, e ela fique chateada. Isso já aconteceu comigo, inclusive, e depois disso eu diminuí muito minhas compras de nacionais. (Fica a dica pros autores que gostam de fazer barraco: Isso acaba não apenas com a sua credibilidade, mas também com a de seus colegas.)

Como foram várias coisas que eu não gostei, vou falar em forma de lista, diferente do que faço normalmente.

O que eu gostei
  • Tema: É interessante. Quantas mulheres não são abandonadas pelos maridos todos os dias e precisam dar a volta por cima? É um tema bem atual e real;
  • Capítulos: A narração é alternada entre o presente – de Rodrigo fazendo todas as cachorradas possíveis e imagináveis com Helena – e o passado – como eles se conheceram, o casamento, o nascimento da filha, etc. Gosto de livros assim, porque situam o leitor e também porque, normalmente, não ficam monótonos.

O que eu não gostei
  • Rodrigo: Acho que era a intenção da autora fazer com que os leitores odiassem o Rodrigo. Só que ele é tão cafajeste que ficou irreal. Não que eu duvide da existência de pessoas assim. O problema acho que foi na construção do personagem mesmo. Ele só aparecia na hora de fazer as cachorradas, e até nos capítulos em que Helena falava do passado deles, não tinha nada de bom. Gosto de personagens humanos. Não gosto dos totalmente maus assim como não gosto dos perfeitinhos.
  • Helena: Sabe qual é a pior parte? Odiei a Helena. Por três motivos principais...
    • Coitadinha: No início, ela é “A Vítima”. Não suporto gente que se faz de coitadinha. “Estou aqui, jogada em uma cama de hospital, com uma rolha enfiada na bunda, sem poder cagar, morrendo de dor...” é autocomiseração demais pra mim. Ok, cirurgia no intestino não é o sonho de toda mulher, mas ela não estava morrendo, gente!
    • Metida: Passada a fase da coitadinha, veio a fase da “eu sou a tal”. Se eu já não fora com a cara dela antes, tudo piorou de ler, praticamente na mesma página que “Eu, esperta como uma raposa” e “Como sempre fui um ser iluminado”. Acorda pra vida, mulher! Se você fosse tão inteligente assim, não teria passado mais de uma década carregando um traste que nem aquele. Depois ainda tive que ler um “Coloquei uma saia jeans bem pequena (com 45 quilos a gente 'PODE')...”. Sem mais.
    • Fraca: O livro promete uma história de superação, uma mulher que encontra forças pra seguir em frente após o abandono. Mas, não! Na segunda metade do livro eu entendi: Ela ficou aquele tempo todo com o Rodrigo porque é uma fraca, que vai pela cabeça dos outros. Poucas páginas depois de ela dizer que não bebia, por exemplo, já estava toda altinha flertando com um cara.
  • Cadu: Pelas resenhas que li, eu esperava um homem perfeito. Detesto spoilers, mas não dá pra explicar de outra forma. [BEGIN SPOILER]O homem é casado. CASADO!!! Como a Helena pôde se interessar por ele depois do que passou com o Rodrigo???[END SPOILER]
  • Final: Devo admitir que nas últimas páginas o livro melhora um pouco. Mas aí acaba! Muito corrido. Pra mim isso foi ótimo, já que eu não gostei. Mas, se tivesse sido mais bem desenvolvido, talvez conseguisse amenizar as coisas.
  • Revisão: Este não é um problema exclusivo da Valéria, mas de muitos autores nacionais. Aqui o que me incomodou foi a pontuação, especialmente em frases muito longas. Como em "Eu, que nunca consegui ficar parada e principalmente ficar pedindo dinheiro seja lá a quem fosse. No aniversário de dois anos de minha filha, ao contratar buffet, grupo de animadores, barracas de lanche, etc. Tive a excelente ideia de trabalhar com eventos e, rapidamente, saí comprando tudo"
  • Formatação: Tá, eu sei que isso é um problema pequeno. Mas o fato de eu não entender o motivo de algumas coisas estarem em itálico ou caixa alta não ajudou pra tirar a péssima impressão que tive do livro.
Enfim, como eu disse lá em cima, detesto ter que fazer uma crítica dessas, mas nem sempre caímos de amores pelos livros, não é? Já vi gente falando que se identificou com a Helena, mas eu a detestei desde as primeiras páginas. Por outro lado, muitos detestam os meus personagens favoritos (Né, Felipe? Né, Haralan?). Então espero que ninguém saia ofendido por causa disso, hehe. Eu não gostei, mas teve gente que gostou. Eu não recomendo, mas teve gente que deu 5 estrelas no Skoob. Vai de cada um decidir se quer ou não ler.
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O Guia do Passageiro das Cidades

sexta-feira, 22 de julho de 2011


Transporte público é o lugar mais eclético que existe. Você pode dormir, ler, ouvir música, fazer amizade, namorar, fazer as unhas, arrumar o cabelo, ler e-mail, tuitar, escutar conversa alheia, ter ideias para posts, etc, etc, etc. Só que nem tudo são flores! Há certos códigos de etiqueta que você deve seguir se quiser deixar ainda melhor esta experiência agradabilíssima. Eu, como sou uma pessoa boazinha, resolvi reunir algumas coisas que aprendi ao longo de mais de uma década como passageira no transporte público na Região Metropolitana de Belo Horizonte em um excelente (e modesto) guia. O Guia do Passageiro das Cidades.

  • Sem estresse 1 - Subindo: A correria do dia-a-dia acaba fazendo com que nos afastemos das pessoas. Não deixe que isso aconteça com você! Depois que o ônibus parar no ponto, dê um abraço bem demorado na sua amiga, combine um próximo encontro e aproveite para mandar beijos para todos os amigos em comum e especialmente pra você e pra Sasha.
  • Seja generoso - Divida sua música: Nunca, jamais, em hipótese alguma utilize fones de ouvido. É muito egoísmo da sua parte nãocompartilhar com os demais passageiros o seu ótimo gosto musical - especialmente se ele incluir funk, pagode e sertanejo.
  • Não contribua para a III GM: Sabia que a Terceira Guerra Mundial será por água? Pois é, e você aí, tomando banho todo mês, tsc, tsc. Doze banhos por ano é muita coisa, pode parar com isso. Nada de banho e nada de desodorante também, viu? Antiperspirante dá câncer!
  • Socialize: As pessoas andam tão solitárias, não é mesmo? Faça a sua parte pra melhorar os relacionamentos humanos. Se a pessoa ao seu lado estiver lendo ou ouvindo musica, tire-a de seu isolamento com uma conversa interessantíssima sobre a vizinha que pegou sua panela emprestada e não devolveu.
  • Compartilhe seus problemas: Para quê lavar em casa a roupa suja se você pode fazer isso no ônibus? Em casa você tem coisas mais importantes pra fazer com seu amado, certo? Então aproveite o ônibuspara... Brigar com ele!
  • Perdoe: Depois da briga vem o quê? A reconciliação, claro. Nem precisa esperar chegar em casa, aproveite o engarrafamento...
  • Seja inclusivo: Se você pega aquele ônibus todos os dias e já conhece o motorista e o trocador, sente-se bem longe deles. Assim, todos poderão participar de suas conversas. Principalmente se você for uma pessoa bastante delicada, que gosta de chamar a mulher do motorista de p***.
  • Incentive o motorista: Se o trânsito está ruim e o ônibus não sai do lugar há meia hora, grite palavras de incentivo ao motorista. Algo como "Baralho, anda logo seu FDP!" ou "Vai pra PQP, seu viado, comprou a carteira, foi?"
  • Calor humano: Ah, ônibus! Que delícia! Dez cabeças por metro quadrado... Por que não aproveitar para encostar na pessoa do lado? Se você estiver em pé é mais fácil, mas a dica também serve pra quem está sentado. Ocupe o seu espaço e o espaço ao lado. Quando o ônibus fizer uma curva, se jogue totalmente pra cima da pessoa. Vale até cutucar o nariz e depois posicionar o dedo na perna do outro.
  • Sem estresse 2 - Descendo: Quando estiver chegando ao seu ponto, não se levante! Espere sentado - de preferência na frente e na janela - até que o ônibus pare, e todos os outros passageiros desçam. Então se levante, grite para o motorista esperar e caminhe tranquilamente, esperando que todos saiam do caminho pra você passar, até a porta mais distante. Todos ficarão imensamente felizes do ônibus ficar 10 minutos parado só pra você descer.

OBS: Todas essas dicas foram baseadas em experiências próprias - inclusive a da vizinha que não devolveu a panela e a do dedo nariz.

OBS2: Eu já planejava esse post há tempos, mas a inspiração para escrevê-lo só veio depois que li esse aqui (Confesso: Fiquei com ciúmes do Anônimo, hauhauhau.) Ah, e é claro que o título do post foi inspirado no Guia do Mochileiro das Galáxias.

OBS3: O Guia do Passageiro das Cidades está aberto a contribuições e depoimentos dos leitores. Fique à vontade para enviar a(s) sua(s) nos comentários.
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Let them eat cake - Sandra Byrd

quarta-feira, 20 de julho de 2011


Título: Let them eat cake - French Twist #1
Autora: Sandra Byrd
Editora: Waterbrook Press
Páginas: 310
Mais: Histórico de leitura | Citações
Comprar: Livraria Cultura | Amazon |
BWB - Paperback | BWB - Hardcover


Lexi Stuart is at a critical crossroads. She’s done with college but still living at home, ready to launch a career but unable to find a job, and solidly stalled between boyfriends.

When a lighthearted conversation in French with the manager of her favorite bakery turns into a job offer, Lexi accepts. But the actual glamour is minimal: the pay is less than generous, her co-workers are skeptical, her bank account remains vertically-challenged, and her parents are perpetually disappointed. Her only comfort comes from the flirtatious baker she has her eye–but even may not be who he seems!

So when a handsome young executive dashes into the bakery to pick up his high profile company’s special order for an important meeting–an order Lexi has flubbed– she loses her compulsion to please. “What am I going to do?” he shouts. “Let them eat cake!” she fires back with equal passion and a nod to Marie Antoinette. And then, something inside Lexi clicks. Laissez la révolution commencer! Let the revolution begin! Instead of trying to fulfill everyone else’s expectations for her life, Lexi embarks on an adventure in trusting God with her future – très bon!
Receita para um livro delicioso

Categoria: Chick-lit/Christian fiction ♥

Ingredientes
  • 1 protagonista (Dê preferência para mulheres jovens e com problemas realistas. Como o fato de não encontrar emprego na sua área de formação, por exemplo. Ou de não ter onde morar, de se apegar à lembrança do ex-namorado, de ter expectativas frustradas, essas coisas que acontecem com todo mundo);

Lexi
  • Pais, irmão e cunhada (Descarte os estereótipos. Família de protagonista também pode ser normal. Você pode amar sua cunhada e, mesmo assim, invejar o fato de ela ter uma vida aparentemente perfeita. Você pode se dar super bem com a sua mãe e, mesmo assim, ela ficar enciumada porque sua sobremesa é mais gostosa. Seu pai é seu pai, às vezes vai fazer coisas super fofas que te deixarão emocionada, e outras vezes vai tentar te empurrar pra um emprego que você odiaria);
Nate e Leah
  • Algumas amigas (Amigas que também tenham história própria, por favor. Não aquelas que só existem pra que a protagonista tenha com quem conversar. Personagens pelas quais o leitor possa torcer – e desejar que tenham uma série só pra elas);
Tanya e Sophie
  • Dois possíveis mocinhos (Procure mocinhos convincentes. Com qualidades e defeitos. Daqueles que conseguem, ao mesmo tempo, ser super fofos e deixar a mocinha na expectativa);
Luc e Dan
Preparo

Pegue a protagonista, coloque uma boa dose coisas que vão dar errado. Encha-a de dúvidas e faça com que ela precise tomar decisões difíceis. Intercale com momentos divertidos na companhia dos amigos, sonhos, boas expectativas e algumas coisas que darão certo. Procure o equilíbrio, para que ela não vire uma chata que só reclama.

Quando a protagonista estiver pronta, misture a família. Salpique sentimentos contraditórios, tipicamente familiares. Em seguida, misture as amigas. Conte a história delas aos poucos, deixando o leitor morrendo de vontade de saber mais. Atenção para a relação da protagonista com a melhor amiga. Melhores amigas possuem abertura para conversar sobre tudo e sabem que podem contar uma com a outra pra tudo, mas também sabem respeitar as decisões da outra, dar um puxão de orelha, ou ficar quieta e simplesmente esperar.

Durante a construção da história, vá colocando os mocinhos aos poucos. Lembre-se: Os melhores casais não precisam ser aqueles que se apaixonam à primeira vista. Equilibre o espaço dos dois mocinhos, para não correr o risco do amor parecer forçado.

Quando a história estiver pronta, tempere o livro com citações em outro idioma e artifícios gráficos (como bilhetes, receitas, notas fiscais, anúncios, páginas da internet, etc. Se for pra somar à história, vale até cupom de desconto pro curso que alguém vai fazer).

Finalize com uma capa linda e um elogio da Robin na primeira página.

Rendimento: Viagens de ônibus casa-trabalho/trabalho-casa durante uma semana sem trânsito (julho, eu te amo). Serve de forma excelente a uma leitora que ama “personagens reais”.


Alerta: Não recomendável para pessoas que, quando lêem algo muito bom, resolvem comprar todos os livros do(a) autor(a).

Outras receitas na mesma categoria: 

Outras receitas da mesma autora: 

Meu veredicto: Receita super aprovada e recomendada! Em breve poderei experimentar também Bon Apètit, Pièce de resistànce e To die for.
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Rádio Free - Te conheço #1: Shout to the Lord

segunda-feira, 18 de julho de 2011



Te conheço é a segunda coluna musical que estreará este mês. Sabe aquela música que a gente ouve e pensa, “já ouvi essa música em algum lugar, mas era um pouquinho diferente”? Eu tenho uma relação de amor e ódio com versões. Amor, porque com elas eu posso cantar as músicas que gosto (porque não dá, por exemplo, pra cantar em “língua estranha” no louvor de domingo de manhã, né?). E ódio porque algumas delas simplesmente estragam a música original (corto relações com quem disser que gosta de Louvarei na Tempestade). E é lógico que quem vai estrear a coluna é uma das músicas que mais tem versões no mundo inteiro – e, graças a Deus, muitas bem feitas: Shout to the Lord, de Darlene Zchech.

Em português
Todo mundo sabe que essa é minha música favorita de todos os tempos, né? Eu a conheci em 2001, como Aclame ao Senhor, do Diante do Trono, foi a primeira música que eu dancei (tempos remotos, quando eu – que sou tão boa dançarina quanto um poste – me aventurava no grupo de coreografia). Só o DT tem duas Aclame ao Senhor diferentes: A “original”, cantada pela Nívea Soares, e a “ao vivo”, com Ana Paula Valadão. Anos depois, o PG gravou, também com versão "em estúdio" e "ao vivo". Graças a Deus, esta ele não estragou, mas manteve a mesma letra. Sabe-se lá por que, alguns ministérios resolveram inventar, e eu já vi algumas letras diferentes, mas – ainda bem – não são muito famosas. A música ainda aparece num vídeo de Aline Barros (que tem também uma versão em espanhol, Canta Al Señor, com Don Moen), com um arranjo que eu gosto muito, utilizado por Darlene no CD Kiss of Heaven.

As melhores
As versões em inglês são inúmeras, nem a Darlene deve conhecer todas. Tem a original do Hillsong, que inspirou as do DT. Tem a de Kiss of Heaven, mais alegre. A da Rebecca St James, minha favorita. A de Point of Grace com Michael W. Smith, com destaque pro vocal. A de Mark Schultz, que também é linda, porque qualquer coisa fica linda na voz dele. A de Skillet, menos rock do que eu esperava. A lista também inclui Lincoln Brewster (não conhecia, mas é boa também), Elyssa Gomes, Valley Worship, The Insyderz, Chris Tomlin, Heritage Singers, entre outros que aparecem no letras.terra, mas não no youtube.

E pra quem gosta de aprender idiomas através de músicas, ouça também em espanhol, italiano (Amo!), alemão, francês, holandêsjaponês, chinês, árabe e havaiano (essa dá sono, haha).

Outras
Então é isso! Sei que esse tipo de post não é daqueles que chama a atenção, porque nem todo mundo gosta das mesmas músicas que eu ou tem paciência pra ouvir trocentas versões. Mas eu acho legal e, como vivo pesquisando essas coisas, pode servir de referência pra alguém. As próximas músicas não terão tantas versões como essa, haha. Aliás, desafio alguém a encontrar uma música com mais versões do que Shout to the Lord. DUVIDO que encontre :-P

Editado 23/09/2011: Acabei de descobrir que a Natalie Grant também tem uma versão (clique aqui), no CD Worship With Natalie Grant and Friends (Mas é lógico! Onde que um CD com esse nome não teria sua própria Shout to the Lord? Só se fosse feito por quem organizou o Rock in Rio #piadadeépocaquejájáperdeavalidade)


Editado 24/09/2011: Annie me lembrou aí nos comentários dessa versão do American Idol que é L-I-N-D-A! Sem comentários pro tanto que esse povo canta #invejinha
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