Meu personagem favorito - Blogagem coletiva

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Este post faz parte da blogagem coletiva “Meu personagem favorito”, proposta pela Vanessa do Fio de Ariadne.

Vou ser sincera (jura?): Alguns segundos depois de deixar o comentário confirmando minha participação na blogagem, eu me arrependi. A idéia é super bacana, mas me dei conta de que todos os personagens favoritos que me vinham à mente eram de livros. Não é segredo pra ninguém que eu não sou muito de assistir filme, quando assisto não presto atenção e quando presto atenção me esqueço rápido. Então tive que quebrar a cabeça pra encontrar um que merecesse estar aqui. Ah, e ainda tem o agravante de que uns 80% do que eu assisto são comédias românticas, então quase todos os personagens que eu pensava eram mocinhos com cara de mau ou mocinhas turronas (totalmente “10 coisas que eu odeio em você” “A megera domada”).

Ok, agora virou desafio, eu TENHO QUE ACHAR UM PERSONAGEM QUE MEREÇA O TÍTULO DE FAVORITO! (Vai ser muito clichê se eu escolher Jesus em “Paixão de Cristo”?)
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Não consegui fugir dos “mocinhos com cara de mau”, mas acho que esse realmente merece.


Em “Um amor para recordar”, Landon Carter é o garoto problema que se apaixona pela menina certinha. Mas o que me encanta nesse filme não é só a história bonita e triste, mas também a força dos personagens. Ela é certinha, mas não é idiota. E ele enfrenta tudo pra fazê-la feliz. Não tem vergonha do que sente e nem medo de admitir que mudou. Pode parecer estranho para pessoas “naturalmente boazinhas”, mas eu posso dizer, por experiência própria, que isso não é NADA FÁCIL.

O mundo espera determinadas atitudes de cada um de nós. Se você foi rebelde até os 17 anos (no caso do filme), ninguém espera que você se apaixone pela santinha filha do pastor. Não mesmo, sem chance. E quando você muda de verdade, todo mundo te olha com desconfiança. Isso machuca demais. “Você? Que nunca se preocupou com ninguém? Que sempre foi egoísta? Arrogante? Preguiçoso? Invejoso?” Tem que ter coragem pra ouvir tudo isso sem criar uma casca de proteção e acabar afastando as pessoas ainda mais.

Foi essa coragem que, em meio a tantos mocinhos encantadores, fez com que Landon saltasse da minha mente para o teclado do computador. E sabe que eu nunca tinha parado pra pensar em nada disso? Talvez seja isso que tanto me atrai nos “mocinhos não tão mocinhos assim”. (Cadê a Lia pra me dar uma opinião profissional? Rsrsrs...)

Enfim, custei mas consegui, hehe. Diz aí o que achou. Depois visite o Fio de Ariadne e conheça os outros textos.

;)
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PS: As inscrições para o sorteio "O amor tudo vence" terminam hoje!
PS2: Amanhã começa outro sorteio. É claro, óbvio, evidente que eu não vou contar de quê, mas só porque eu sou muito boazinha, dou a dica: Comentem nos posts de Julho ;)
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O diabo veste Prada (Filme)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010



Título original: The devil wears Prada
Gênero: Comédia
Lançamento: 2006
Duração: 109 minutos
Comprar: Cultura | Saraiva | Travessa


Andrea Sachs (Anne Hathaway) é uma jovem que conseguiu um emprego na Runaway Magazine, a mais importante revista de moda de Nova York. Ela passa a trabalhar como assistente de Miranda Priestly (Meryl Streep), principal executiva da revista. Apesar da chance que muitos sonhariam em conseguir, logo Andrea nota que trabalhar com Miranda não é tão simples assim.
Assisti a esse filme em umas das vezes que passou na Globo. Estava muito cansada e estressada, louca pra tirar férias e com um monte de coisas pra fazer no trabalho antes de poder descansar de verdade. Numa segunda-feira em que eu deveria dormir cedo, optei por ficar acordada até tarde vendo o filme. E valeu a pena, pois o filme é ótimo! Sério, por que eu não assisti antes?
A história é legal, mas poderia ser completamente estragada com uma produção caricata e atores ruins. Mas não, pelo contrário. Meryl Streep pintou Miranda como uma Cruela Devil que tem sentimentos, mas não consegue demonstrá-los. Dá pra perceber isso pelo esforço que ela faz pra estar presente na vida das filhas, pra conseguir o que elas querem – por mais absurdo que seja – ou quando ela chora por “mais um pai estar indo embora”.

Anne Hathaway está ótima como Andrea. Meu Deus, como alguém pode chamar “a princesa Mia” de gorda, hein? Fiquei me sentindo um elefante!!! Eu sou fã da Anne, além de linda, ela é talentosa e demonstrou perfeitamente a força, persistência e dedicação de Andrea. Em vários momentos eu me vi na pele da personagem. Não que algum dia eu tenha tido um chefe como Miranda, graças a Deus, rsrsrs. (Só não gostei da voz que deram pra ela na versão dublada. Sabe aquela voz de 90% das personagens? Nem pra arranjarem alguma coisa que se identificasse com ela. Como a voz da Sandra Bullock, que é a mesma sempre. Bem que podiam passar filmes legendados na TV, né?)
A redação da revista me lembrou cenas de outros filmes. Agora que eu reparei, muitos filmes têm jornalistas como personagens principais. Só pra citar alguns: De repente 30, Os delírios de consumo de Becky Bloom... A parte em que Miranda chega à redação, logo no início do filme, é engraçadíssima e parecida com A Proposta – que eu lembrei porque tinha assistido um dia antes.

Andrea é como muita gente que acaba abrindo mão de algumas de suas opiniões em prol do trabalho (ou de um namoro/casamento, ou da família, ou dos amigos...). Algumas vezes isso é bom, outras não. E no final, ela tem que decidir se quer uma carreira de sucesso na revista de moda ou quer seu namorado, seus amigos, sua família. Acho que ela escolheu bem, priorizou o trabalho durante um tempo, mas depois percebeu que deveria voltar a viver e pra isso deveria procurar um emprego mais tranqüilo.
Achei muito interessante mostrar a reação do namorado dela, que foi bastante tolerante, apesar de não concordar com suas atitudes. E também do pai e dos amigos, que não entendiam porque se manter nesse emprego durante um ano era tão importante pra ela. Quem é que nunca foi incompreendido em alguma de suas decisões?


É isso! Filme altamente recomendado ;)
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Aqueles cães malditos de Arquelau - Isaías Pessotti

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Título: Aqueles cães malditos de Arquelau
Autor: Isaias Pessoti
Editora: 34
Páginas: 309
Comprar: Livraria Cultura | Livraria Saraiva | Livraria Travessa


Na Milão na final da década de 1960, um grupo de jovens pesquisadores depara-se com uma figura misteriosa que, enterrada pela história oficial, desperta paixões latentes. O "bispo vermelho", autor de um manuscrito inédito do século XV encontrado numa villa do Piemonte, oferece a cada um daqueles que estão à procura de sua identidade a razão autentica da busca do conhecimento.

Enquanto Emilio, Anna e seus companheiros desvendam os enigmas que se escondem entre os afrescos e a arquitetura da villa, o leitor empenha-se pelos aromas e sabores da culinária, a textura dos vinhos, o relevo das paisagens do norte Itália, numa viagem entre presente e passado. Com leveza, bom humor e riqueza de registros, o autor tece uma narrativa que celebra o prazer da descoberta contra as forças do autoritarismo.


Imagem e sinopse retiradas do Skoob.


Esta postagem faz parte do Desafio Literário, cujo tema de setembro é Romance Histórico. Pra ser sincera, não sei bem se o livro que li se encaixa nessa definição. Talvez o termo “romance de história” fosse melhor.  Sei lá!


Como diz a sinopse, ele conta a história de um grupo de pesquisadores que, por intermédio da tia de um deles, fica sabendo da existência de uma vila construída entre o Quatrocento e o Cinquecento por um homem conhecido como “Lutércio, o bispo vermelho”. A figura de Lutércio esconde vários segredos e esses pesquisadores apaixonados vão a fundo para desvendá-los.

Terminei de ler já faz alguns dias, mas não consigo descobrir porque eu escolhi esse livro. Sério, já reli minhas anotações da época e não me lembro de nada. Por isso, no princípio eu fiquei MUITO receosa. Eu gosto de história, gosto desse tipo de mistério, sou curiosa, mas esse não é o tipo de livro a que estou acostumada. Por outro lado, eu queria mesmo uma leitura mais densa, pra variar um pouco.

De fato, “Aqueles cães malditos de Arquelau” não é um livro fácil, pra ser lido de uma vez só. É muita informação, principalmente para um leigo. Há páginas e mais páginas dos textos de Lutércio sobre Eurípedes. Fiquei com a sensação de ter perdido muita coisa, de não conseguir absorver tudo por falta de conhecimento prévio. O livro pode ser considerado um texto argumentativo em forma de ficção. O autor fala da paixão pelo conhecimento e pela liberdade de expressá-lo. Para isso, usa a figura de um dramaturgo grego e de um bispo da Renascença italiana. Pra quem não está familiarizado com o tema, a leitura é um pouco cansativa. Mas quem é da área de humanas vai ficar fascinado com tantos detalhes perfeitamente entrelaçados.

O final do livro é fantástico! Apesar de ter demorado muito na primeira metade do livro, ao chegar às últimas cinqüenta páginas eu não consegui mais largar. Queria acompanhar o raciocínio dos personagens, descobrir quem foi Lutércio e o porquê daquilo tudo. Também fiquei intrigada com o título, que é explicado somente nas últimas páginas e... Bom, eu morro de medo de cachorros, então fiquei um pouco assustada.

O livro também tem um pouco de romance, mas ele não recebe muito destaque. É um amor proibido, com algumas cenas “mornas”, que (graças a Deus) não chegaram a me deixar constrangida. Esse romance não chegou nem a ter um desfecho, pra falar a verdade.

Um ponto negativo (ou não) é que há vários trechos em italiano, latim e grego ao longo do livro. Consegui entender alguns de italiano, mas os de latim e grego eu fico devendo. Acho que seria melhor se tivesse uma legenda, de preferência num anexo, pra não tirar o brilho do texto original.

Resumindo: Foi cansativo, demorei pra ler, mas quem disse que todas as leituras devem ser fáceis, leves e agradáveis o tempo todo? Eu gosto de variar os tipos de livro que leio e, no final das contas, gostei muito. Recomendo para quem gosta de história – especialmente história da literatura, do conhecimento e do cristianismo. Meus colegas de exatas podem não gostar muito, já que costumamos ser bem práticos e queremos ir direto ao ponto. Mas se forem uns curiosos como eu e tiverem um pouco de paciência, irão apreciar uma obra maravilhosa.


;)
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Doação de sangue #2 - Eu fui

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Como eu disse no primeiro post, eu sou teimosa e queria de qualquer jeito doar sangue. Li todas as restrições no site do Hemominas e, ao contrário do que a médica do Felício Rocho me dissera, não me encaixei em nenhuma delas. Minha irmã trabalha lá e eu combinei de ir à tarde, para voltarmos juntas, pro caso de eu me sentir mal. Cheguei lá às 17:30, esperando sair às 18:40.

Eu cheguei a escrever um texto detalhado, contando cada etapa, mas ficou muito grande. Vou falar só o básico mesmo.

Pra começar, eu tenho que parabenizar à equipe do Hemominas pela estrutura e pelo tratamento que eu recebi. O local é tão organizado que eu senti como se estivesse em uma “linha de produção”. Sem contar que é tudo muito limpo e todos os funcionários com quem interagi foram muito educados e atenciosos.

Recebi as instruções, fiz a ficha, passei pela triagem, furei o dedo pra fazer exame, comi o pré-lanche e fui pra sala de doação. Foi tudo muito tranquilo. A agulhada nem doeu, o ruim mesmo é o garrote. E também é chato ficar abrindo e fechando a mão o tempo todo. Levei 6 minutos pra encher a bolsa de 400ml.

Agora vem a parte ruim... Assim que a enfermeira tirou a agulha, eu me senti mal. Senti náusea, vertigem, não sei explicar direito. Ela me deitou com a cabeça pra baixo, mas não resolveu. O médico veio, mediu minha pressão e mandou me colocarem no soro. A enfermeira custou um pouco pra conseguir uma veia que desse pra receber o soro e eu acabei recebendo um furinho extra, hehe. Acabou que o que deveria durar vinte minutos, durou uma hora.

Nisso minha irmã não aguentava mais me esperar, minha já mãe já estava louca de preocupação e eu tremia descontroladamente por causa do frio – odeio ar condicionado. Quando o soro acabou, lá pelas 20h, o médico mediu minha pressão novamente e me liberou, com mil recomendações. Não pude nem carregar a minha bolsa, Amanda teve que fazer isso por mim.

Lá fora, enquanto ela procurava saber o horário do próximo ônibus, eu senti um calor esquisito e me sentei. Dei o braço a torcer e aceitei voltar de táxi. Depois não senti mais nada, só os braços doloridos de tantos furos e apertos. No dia seguinte, eu estava com uma marca vermelha, uma verde e uma roxa. Agora só resta a roxa, da veia que ela não conseguiu pegar direito. Pessoal da igreja ficou assustado, mas eu nem ligo. (Sério mesmo, o que é um hematoma pra quem bate o joelho na cama toda noite?)

Não posso dizer que foi uma experiência maravilhosa... Eu odeio passar mal porque odeio perder tempo e odeio ter um monte de gente ao meu redor com atenção excessiva e mil perguntas desnecessárias. Mas é por uma boa causa, né? Então pretendo ser mais forte das próximas vezes, hehe.
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"Um sorriso igual ao teu" e "Blog da Paula"

sábado, 25 de setembro de 2010



Como algumas pessoas aqui já sabem, no início do ano eu resolvi bancar a escritora e abri um blog-livro, Um sorriso igual ao teu. Finalizei a primeira parte há uns três meses e logo depois comecei a escrever a segunda¹. O blog ficou fechado por um tempo, porque achei melhor revisar e retirar alguns comentários mais pessoais. A revisão ainda está em andamento, mas abri novamente porque coloquei em prática uma idéia que me ocorreu no meio do caminho: o Blog da Paula.

Pra quem já leu, o blog começa entre o capítulo 35 e o 36. Vai lá pra conhecer um pouquinho mais da Paula e também dos outros personagens. Obviamente, há spoilers, então se você ainda não leu, eu vou ficar muito feliz se quiser ler antes de visitar o Blog da Paula. Ah, e para os fãs de Malu & Levi, o blog-livro da minha amiga Monalisa, pode ser que tenha notícias de um conhecido por lá ;)


Como vários estudantes universitários, Paula trabalha durante todo o dia e estuda à noite. Ela gosta da faculdade de Engenharia da Computação e do trabalho como analista de sistemas em uma pequena empresa de Belo Horizonte. É uma pessoa tranquila, com uma vida tranquila, dividida entre trabalho, faculdade e igreja. Seus sentimentos, porém, são muito intensos e por mais que ela tente fugir deles, não pode negar que fica mexida quando percebe os seus pensamentos voltados para um rapaz que ela mal conhece...

Eduardo é um mistério. Na ocasião em que conhece Paula, ele se mantém calado e reservado. Ela não sabe o que pensar disso, só sabe que aquele rapaz misterioso a deixa intrigada. Ao sonhar com Eduardo, Paula começa a orar por ele, sem nem imaginar o quanto ficaria envolvida.

Paula e Eduardo são duas pessoas muito diferentes, que não têm quase nada em comum. Quase. Ambos precisam aprender a lidar com seus sentimentos, suas emoções e seus defeitos. Ambos precisam crescer e deixar que Deus trabalhe em suas vidas.

Será que eles vão conseguir? Leia Um sorriso igual ao teu e descubra!


Espero que gostem :-)

Beijos e bom fim de semana
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¹ Aproveitando que toquei no assunto... Eu sei bem o quanto a gente fica ansiosa quando quer ler a continuação de uma história, mas, por favor, NÃO ME COBREM! Sério, não existe nada mais chato do que isso. Cada vez que alguém pergunta, eu perco um pouco da vontade de escrever, ou seja, quanto mais perguntarem, mais tempo demora pra sair. #Ficadica pra quem ainda não percebeu que eu sou teimosa e voluntariosa até o último fio de cabelo.
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Eu recomendo #3

sexta-feira, 24 de setembro de 2010


Terceira postagem da seção Eu recomendo, onde eu indico alguns blogs que eu gosto.


Andressa – My reason is God

Débinha e Bel – Flores que sonham

Fernanda – Coisas minhas

Kelly Del Rey – Memories

Gostou? Então vai lá visitá-las ;) Depois de comentar aqui, claro, se não eu fico com ciuminho e não indico mais ninguém, hauhauhauahuah.
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PS: As indicações da seção Eu recomendo são totalmente espontâneas. Nenhum dos indicados pediu pra eu fazer isso ou sequer soube antes. Se você quiser que eu divulgue seu blog, me mande uma mensagem pelo formulário de contato que seu banner ou link será colocado na página de parcerias.
PS2: Obviamente, há muitos outros blogs que eu gosto e tem link pra quase todos eles no meu blog roll. Ainda estou ajeitando algumas coisas na minha vida bloguística e isso inclui manter o blog roll atualizado.
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Primavera

quinta-feira, 23 de setembro de 2010


Conheço muita gente cujo mês preferido é o do seu aniversário. Para outros, é dezembro (férias, festas, etc) e outros ainda dizem que é janeiro (recomeço). Não costumo ver ninguém dizendo que gosta de setembro porque começa a primavera. Como eu adoro ser diferente... Meu mês favorito é setembro porque começa a primavera. Eu não gosto de frio e, apesar de BH não possuir 4 estações bem definidas, fico feliz por saber que o inverno está acabando e ainda faltam 6 meses pra começar o outono. Gosto do calor, de sair na hora do almoço e não levar casaco, de apreciar o vento pela janela do ônibus sem ficar batendo queixo. E também gosto de olhar as ruas e ver árvores carregadas de flores. Sério, pode parecer uma coisa idiota, mas faz os meus dias melhores.

Pra terminar... Uma recomendação de música: Singing over me da Kari Jobe(Não sei se vai fazer sentido pra todo mundo, mas essa música super me lembra primavera por causa do livro Woodlands, onde é citado um versículo que diz “O inverno já passou [...] é tempo de cantar”. Por isso, no livro, muitas vezes aparece a expressão “sing over me”.)
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Maridos em potencial

quarta-feira, 22 de setembro de 2010


Mulher solteira é um problema! Por que a gente tem que olhar pra tudo o quanto é homem como se fosse um “marido em potencial”??? E nem adianta negar, dizer que você não faz isso que eu não vou acreditar. E também não venha pensando que isso é atitude de mulher desesperada, porque não é.

Você está lá, numa boa, vivendo a sua vidinha de quem quer se casar algum dia, mas não está morrendo por causa disso. Até tem seus momentos de carência – normalmente à noite, sentada no sofá, com o note no colo, os fones no ouvido e as amigas no MSN – mas está bem na maior parte do tempo. Enche a boca pra dizer que está montando sua biblioteca particular enquanto é solteira, já que as casadas não podem se dar ao luxo de gastar como se o mundo fosse acabar amanhã. Lê em algum lugar que “os 30 são os novos 20” e ri pensando que, sendo assim, você só tem 14. Não se desespera ao constatar que você muito provavelmente não terá filhos antes dos 28, mesmo achando que sua mãe começou tarde – aos 27.

Só que no dia seguinte – exatamente no dia seguinte ao da constatação acima – você encontra um carinha que já fez acender sua luzinha de “marido em potencial”. Esse carinha ocupou, num passado recente, a posição de “flerte”, mas foi desclassificado numa fase intermediária do processo de seleção. Então você não tem nenhum motivo pra se lamentar por estar com o cabelo preso, né? Nem olhar de rabo de olho pra saber se ele está reparando em você. Certo?

Errado! Não digo que mulher solteira é um caso sério... Ô burrice, Senhor!!! Você sabe que não há nada além dessa paranóia idiota. Aliás, você não quer que tenha. Deus te livre de gostar de um cara que curte música sertaneja!!! Mas nunca vi sensor mais frágil e mais #fail que esse dos “maridos em potencial”. Você nem percebe e ele já está agindo. Outro exemplo...

Você acorda num dia de cabelo bom e resolve aproveitar a sorte pra usar sua melhor roupa e o calçado mais bonito. Brincos que combinem, colar, pulseira, anel. Unha bem feita. 1, 2, 3, 4... Uhu! Cheguei aos 16! A temperatura está agradável, então você não corre muito risco de ficar com a testa brilhando antes do meio-dia e nem de bater queixo por causa do ar-condicionado do aquário onde você trabalha. Tudo perfeito! Você sai de casa e atrai os olhares de todos os cromossomos Y que cruzam o seu caminho. Sua reação? “Muito novo, não deve nem ter terminado o colégio ainda”, “Muito velho, tem idade pra ser meu pai”, “Feio”, “Casado”, "Muito alto", "Muito baixo", "Muito gordo", "Muito magro", “Parece gay”, “Galinha”, “Amigo de infância”, “Ex da minha melhor amiga”, “Bonito demais pra gostar de mim”. Vai me dizer que não é o seu sensor eliminando os que possuem um potencial menor? Vai, me engana que eu gosto!

Não é muito mais fácil conversar com um homem quando você sabe que ele se encaixa em uma dessas categorias? Você é amiga dos rapazes, se sente super confortável conversando com eles. Desde que não apareça um “marido em potencial”. Aí a coisa desanda. Seu cérebro começa a analisar tudo e o moço vai passando de fase sem nem perceber. Parece um check-list. Fisicamente aceitável? Idade? Solteiro? Hetero? É gente boa? Religião? Condição financeira? Depois vai mais fundo, procurando pelos detalhes que, para você, são fundamentais. Gosta de rock? Odeia sertanejo? Não suporta Fernandinho, David Quinlan, Cirilo e Heloisa Rosa? Cruzeirense? Odeia o Vasco? Quer conhecer a Itália? Toca contrabaixo? Não gosta de roça? Quer sair de Contagem? Não come molho de tomate? Sabe fazer brigadeiro?

Se passar por essas, minha amiga, você tá perdida! O potencial desse aí é alto e mesmo que não sinta nada por ele, você não vai apenas olhar de rabo-de-olho, vai é balançar o cabelo toda vez que ele passar. Quer apostar?
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Nossa missão

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Uma das coisas boas que o blog me trouxe foi o “despertar” da cidadania. Conforme definição do site WebCiência "ser cidadão é nunca se esquecer das pessoas que mais necessitam". Eu sei deveria ter vergonha de falar isso, mas nunca fui uma pessoa engajada em movimentos sociais, ajudar o próximo, política, nem nada do gênero. Agora, veja bem, em um mês eu já falei de eleições, já dei informação útil sobre uma coisa que me aconteceu a mais de um ano e já incentivei a doação de sangue. Quando eu criei o blog, meu objetivo era fazer a diferença, falar de Deus, levar um pouco de esperança, de alegria às pessoas. Senti que Deus queria que eu usasse a internet pra ser um instrumento dele. Hoje, quanto mais diverso o blog fica, mais eu sinto que estou indo no caminho certo.

Domingo eu li um tweet da Iris pedindo pra divulgar alguma coisa. Cliquei no link e vi que era um post no blog dela, o Literalmente Falando. Confesso que eu já tinha passado por ele no Reader, mas não dei muita importância. Aí li e vi que realmente era algo importante e que precisava/merecia ser divulgado.


Audioteca Sal e Luz, no Rio de Janeiro, que empresta (e até envia pelos Correios, se for necessário) áudio-livros para deficientes visuais, corre o risco de acabar. Ela recebe verbas do governo, mas precisa “apresentar resultados”. Só que não dá pra fazer isso se as pessoas não souberem que ela existe, né? Por isso precisa de muita divulgação.

Achei que seria interessante fazer um post ou enviar um e-mail sobre o assunto, e um pensamento estranho me ocorreu: “Quando foi que eu fiquei assim tão interessada em ajudar as pessoas?” Bom, acho que não interessa o “quando”. Interessa é despertar pra diferença que podemos fazer com atitudes simples. E, nesse caso, ajudar é simples pra mim, mas pode fazer uma diferença tremenda pra outras pessoas.

Um detalhe curioso é o nome da audioteca: Sal e Luz. Onde mesmo que eu já li essas duas palavrinhas juntas? Um “meus parabéns” pra quem acertar, hehehe. Não tem como errar, né? Foi Jesus quem as usou. Ele chama seus seguidores não para ser celebridade, vender milhões de livros/CDs/DVDs, pregar de igreja em igreja. Nada disso, ele nos chama pra sermos “sal da terra e luz do mundo”.

Tá aí... Tem quem pense que internet é ruim, uma má influência, facilita pros bandidos e blábláblá. Mas eu digo com convicção que não! A internet apenas amplia nossas possibilidades, que podem ser ruins, mas também podem ser muito boas! E podem fazer um bem enorme a alguém que você nem conhece. Eu não conheço nenhum cego nem em Minas, muito menos no Rio! Mas considerando que cerca de 20% das minhas visitas é daquela região, a divulgação de uma mineira pode ser útil, né?

Bom, o que eu falei sobre a audioteca foi só um resumo do que eu li no post da Iris. Lê  que está mais detalhado (e ela tem mais autoridade e experiência pra falar do assunto). Ou entre diretamente no site da audioteca. E eu espero ter a oportunidade de fazer posts úteis mais vezes.

;)
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A breve segunda vida de Bree Tanner - Stephanie Meyer

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Título: A breve segunda vida de Bree Tanner
Título original: The short second life of Bree Tanner
Autora: Stephanie Meyer
Editora: Intrínseca
Páginas: 192
Comprar: Livraria Cultura | Livraria Saraiva | Livraria da Travessa


Pela primeira vez Stephenie Meyer oferece aos fãs uma nova perspectiva do universo de "Crepúsculo". Na voz de Bree Tanner, uma jovem vampira integrante do violento exército de recém-criados que assola a cidade de Seattle no terceiro volume da série, "Eclipse", somos apresentados ao lado sombrio da saga. Bree vive nas trevas, sedenta por sangue. Não conhece sua verdadeira natureza e não pode confiar nos de sua espécie. Sua breve história acompanha a semana que antecede o confronto definitivo entre os recém-criados e os Cullen - a última semana de sua existência.
Imagem e sinopse retiradas do Skoob

Ser uma “viciada em séries” me traz alguns problemas. Querer ler todos os livros, mesmo que a série não esteja entre as suas favoritas, é até pequeno se comparado com a espera pelas continuações ou o dinheiro gasto. Mas continua sendo um problema quando se tem mais 40 na fila. Daí que quando “A breve segunda vida de Bree Tanner” foi lançado, eu não senti nenhuma vontade de ler e muito menos de comprar. Mas sabia que acabaria lendo. Minha prima, que é mega fã de livros de vampiros – e me emprestou a série quando eu resolvi ler – não demorou pra comprar, ler e deixar com a minha mãe pra me entregar.

Li em “quatro viagens de ônibus não consecutivas”, o que foi bem rápido considerando que estou em uma “ressaca literária”, com vários livros pela metade. A narrativa da Stephanie prende e, pra “ajudar”, o livro não tem capítulos. Vi muita gente falando que achou legal, já que é um período muito curto e tal, mas eu achei horrível! Sinto muito, mas por mais rápida que seja a leitura, eu não tenho tempo pra ler o livro todo de uma vez e ficava naquela de não saber onde parar.

Sobre a história em si... Sim, dá pra se afeiçoar à personagem. Principalmente porque eu já assisti Eclipse e fiquei com a imagem de assustada da Jodelle Ferland na cabeça o tempo inteiro. Fiquei imaginando o que teria acontecido com o Diego, se Riley estava sendo sincero ou sabia de mais coisa do que deixava transparecer. Mas nada disso me faria falta, acho que foi totalmente enrolação pra faturar “um pouco” mais em cima da “twilightmania”.

Por já saber o final, não precisava torcer pelos personagens. Acabei ficando um pouquinho apreensiva quando estava "chegando a hora" da Bree, mas nada demais. (Quê, você não sabia que ela morre? Ah, foi mal, mas isso é óbvio. O único que conseguiu se safar me pareceu estar ali só como desculpa pra Bree ter conseguido sobreviver no meio daquela guerra de recém-criados. E depois saiu de cena porque a mulher não sabia o que fazer pra ele não atrapalhar o desfecho que ela já tinha escrito em Eclipse.)

Enfim... Dispensável é a palavra. Nem bom, nem ruim, mas completamente dispensável. Espero me curar do vício por séries antes que a Stephanie resolva sacar outro personagem pra lançar um livro junto com a estréia do próximo filme¹.

;)
Beijos e boa semana.
--
¹Quer apostar que isso vai acontecer? N seria divertido ter um livro da Leah correndo em volta da casa dos Cullen com toda aquela amargura no coração? #NOT
Foi mal aí, fãs da série. Eu também gostei dos livros – tirando esse. Mas não resisto a um comentário irônico.
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O melhor de mim - Blogagem coletiva

domingo, 19 de setembro de 2010

Esse texto faz parte da blogagem coletiva proposta pela Elaine em comemoração aos 2 anos do blog Um pouco de mim. Eu a conheci exatamente um ano atrás, quando ela propôs o tema Uma carta pra mim (que foi um dos posts que mais gostei de escrever, leiam aqui). Elaine, parabéns pelo aniversário do blog e pelas suas ótimas idéias ;)



Minhas “amigas da internet” dizem que eu tenho mania de fazer “auto propaganda negativa”. Funciona assim: Logo que conheço alguém, dou um jeito de mostrar todos os meus defeitos, mas deixo que a própria pessoa descubra as qualidades com o tempo. É mais seguro permitir que a pessoa conheça o seu pior logo de cara e, se não gostar, que se afaste de uma vez, antes que eu me apegue. Com isso, acabo tendo muita dificuldade pra falar das minhas qualidades. Nós, coléricos, somos duros com os outros e também com nós mesmos. Melancólicos se martirizam. Imagine uma colérica-melancólica, então...

Bom, essa explicação toda foi pra vocês perceberem que não está sendo NADA FÁCIL escrever sobre “o melhor de mim”. Mas eu vou conseguir ;)

Eu sou sincera. E essa é a primeira qualidade que eu sempre digo, porque... Ah, sei lá por que! Talvez porque muita gente considere um defeito e não esteja preparado pra ouvir certas coisas. Então é bom avisar logo de cara. E também porque, sendo sincera, eu acabo sendo transparente e isso é fácil de perceber. Ou seja, eu não sei mentir. Já soube, nos meus tempos de adolescente-certinha-que-queria-parecer-rebelde, mas hoje eu nem tento mais.

A qualidade que eu mais gosto em mim, é que eu sou muito prática. Como diria a Débinha, o que os sanguíneos levam um parágrafo pra responder, um colérico responde com duas palavras. (Sim, eu consigo ser prática e ir direto ao ponto, apesar dos meus posts enormes, haha.)

Eu sou corajosa tanto pra fazer alguma coisa quanto pra não fazer. Meio confuso, não é? Melhor exemplificar. Eu morro de medo de altura, não subo nem em escada doméstica pra trocar lâmpada. Se for a um parque de diversões, pouco me importo de ficar segurando as bolsas enquanto todo mundo se diverte na montanha-russa. Eu tenho coragem de não fazer o que não tenho e não quero fazer. Por outro lado, o que tiver que ser feito, eu faço. Como no dia que o som parou no meio da apresentação de dança e eu cantei o restante da música sozinha...

Gosto de desafios, se me disser que eu não consigo fazer uma coisa, eu não sossego enquanto não conseguir. Se fracassar, começo tudo de novo. Sim, sou persistente quando quero.

Outra coisa que eu gosto e agradeço a Deus é por ter o raciocínio rápido. Acho que por isso eu gosto de resolver problemas no meu trabalho – e os chefes também parecem gostar de mim pra isso, rs. Além disso, sou meio auto-didata(“Meio” porque eu só aprendo o que eu quero) Aprendi inglês porque queria ler um livro que não tinha em português. E agora tô aprendendo italiano(devagar, mas isso não vem ao caso).

Em geral, tenho boa memória, embora ela não seja perfeita (ninguém é, né?). Tenho muita facilidade pra memorizar números, datas e conversas. Não é difícil me ouvir dizer algo parecido com “Você me falou que gosta de sorvete de flocos com cobertura de morango e granulado de chocolate; foi aquele dia, três anos atrás, quando nós estávamos descendo a escada rolante no piso 1 do shopping que tem perto da sua casa, lembra?”. Quase sempre a resposta é “Lembro não, falei?”, rsrsrs. Ah, e ainda sei a placa do carro de um rapaz que eu conheci em 2003 (nem sei se o carro ainda é dele). Sei todos os números de telefone que já tive, no celular, no trabalho ou em casa. Data de aniversário de toda a família, amigos e antigas paixões.

Hmmm... Deixe-me ver o que mais... Dizem que eu sou inteligente, mas eu acho que é apenas o resultado das qualidades que eu já falei – prática, corajosa, raciocínio rápido e auto-didata. Sou boa com números e com lógica. Por isso, sou boa na minha profissão. Mas, por mais contraditório que isso possa parecer, acho que eu também sou boa com as letras. Gosto de escrever e acredito que faça isso bem.

Acho que falei o principal. A menos que seja pra falar também das qualidades físicas. É? Então tá, eu gosto dos meus olhos e das minhas unhas. Sim, das unhas, porque elas são naturalmente bonitas e fortes. Não sei o que é viver com a unha quebrada, tirar a cutícula todo final de semana, lixar pra ajustar a forma, simplesmente porque Papai do céu já fez tudo pra mim (grazie, Dio!). Também acho bonitos os meus cabelos alisados, que não ficam com cara de alisados. E meu nariz que não é nem grande e nem pequeno (apesar dessa foto não o ter favorecido nem um pouco, rsrs. Nem ao nariz e nem aos olhos, agora que eu reparei. Muito provavelmente eu estava com alergia nesse dia.).

Olha, eu acho que estou soando muito convencida nesse post. Deveria ter deixado pra escrever depois de ler os textos das outras pessoas. Só pra saber mais ou menos se estão colocando só uma coisa ou um monte como eu fiz. Eu não sou convencida. Ou, pelo menos, eu acho que não sou. Se me pedissem pra escrever sobre isso há mais ou menos um ano, eu não saberia dizer muita coisa. Mas depois de um período bastante atribulado, aprendi a reconhecer meus pontos fortes e utilizá-los quando for preciso. (Graças ao Tim Lahaye e a teoria dos 4 temperamentos - aqui.) Mas se quiserem e prometerem que não vão sair correndo, eu desenrolo a lista de defeitos também só pra ninguém me achar muito metida, hahaha.

Um bom domingo e uma ótima semana =)
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