Inversão de valores
segunda-feira, 8 de março de 2010
Outro dia eu resolvi assistir novela. O que significa que eu tirei o fone de um dos ouvidos e olhei pra tela de vez em quando. Faz tempo que eu não tenho paciência pra TV, só gosto mesmo de futebol. Por acaso um dos momentos em que realmente estava prestando atenção foi a cena final em que uma menina lindinha com nome de anjo ameaça a protagonista da trama com um: Você deveria ter medo de mim. E o que mais me surpreendeu, ela realmente sabe fazer cara de má e assustar. Imediatamente o Twitter foi inundado de mensagens sobre ela e eu mesma comentei a respeito. Como pode uma criança ser tão assustadora?
Quando a Rafaela, revoltada pelo fato da “monstrinha” levar seu nome, comentou que ela “tem nome de anjo, mas de anjo não tem nada”, o título e a idéia pra esse post me vieram na hora: Inversão de valores. É bonito criança ter “atitude” e enfrentar os pais. Lembrei inclusive, deste post, em que minha amiga Laura fala sobre o perigo das tais “crianças índigo”. Uma das características dessas crianças é a tendência a dominar. O texto postado pela Laura fala – um pouco menos diretamente - que a primeira instituição atacada por essas crianças é a família e que os pais devem se submeter a elas. Meu Deus!!! Aonde vamos parar??? O inimigo não se cansa de arranjar maneiras diferentes pra destruir a família, uma instituição criada por Deus para abençoar! Não podemos nos deixar enganar!!!
A responsabilidade de mudar isso é nossa. Sim, minha e sua, nós que somos jovens, principalmente. Nós que algum dia vamos ter filhos – ou os que já têm filhos pequenos. Porque a Bíblia diz: Ensina a criança no caminho que deve andar e ainda quando for velho jamais se desviará dele (Provérbios 22:6). Lembrei-me das crianças da minha igreja. O menino mais bem educado é filho dos pais mais jovens e que passaram por vários problemas durante a gravidez e o primeiro ano de vida do garoto. Ainda assim, são exemplo para mim e para os outros amigos. Conheço os pais do marido, que também são de lá, e entendo porque são assim. Pessoas que cresceram firmadas na Rocha. Que cresceram tendo bons exemplos dentro de casa, tendo uma família estruturada e que foram guiados na Palavra de Deus.
Que tipo de crianças nós queremos? Aquela que manda os pais calarem a boca ou aquela que se cala quando os pais mandam?
Quando a Rafaela, revoltada pelo fato da “monstrinha” levar seu nome, comentou que ela “tem nome de anjo, mas de anjo não tem nada”, o título e a idéia pra esse post me vieram na hora: Inversão de valores. É bonito criança ter “atitude” e enfrentar os pais. Lembrei inclusive, deste post, em que minha amiga Laura fala sobre o perigo das tais “crianças índigo”. Uma das características dessas crianças é a tendência a dominar. O texto postado pela Laura fala – um pouco menos diretamente - que a primeira instituição atacada por essas crianças é a família e que os pais devem se submeter a elas. Meu Deus!!! Aonde vamos parar??? O inimigo não se cansa de arranjar maneiras diferentes pra destruir a família, uma instituição criada por Deus para abençoar! Não podemos nos deixar enganar!!!
A responsabilidade de mudar isso é nossa. Sim, minha e sua, nós que somos jovens, principalmente. Nós que algum dia vamos ter filhos – ou os que já têm filhos pequenos. Porque a Bíblia diz: Ensina a criança no caminho que deve andar e ainda quando for velho jamais se desviará dele (Provérbios 22:6). Lembrei-me das crianças da minha igreja. O menino mais bem educado é filho dos pais mais jovens e que passaram por vários problemas durante a gravidez e o primeiro ano de vida do garoto. Ainda assim, são exemplo para mim e para os outros amigos. Conheço os pais do marido, que também são de lá, e entendo porque são assim. Pessoas que cresceram firmadas na Rocha. Que cresceram tendo bons exemplos dentro de casa, tendo uma família estruturada e que foram guiados na Palavra de Deus.
Que tipo de crianças nós queremos? Aquela que manda os pais calarem a boca ou aquela que se cala quando os pais mandam?


















9 comentários:
A paz querida...realmente os valores estão sendo mudados, hoje em dia acha-se muito bonito, engraçadinho, "olha só como essa criança é independente, sabe o que quer..." e por aí vai. É triste pois sabemos o que as espera no futuro. Mas continuemos a orar por elas. Afinal, aquele que está em nós é muito mais forte do que o que está no mundo... bjs
O pior é que não é só isso que está sendo invertido. Tudo está de cabeça para baixo, o certo virou errado e o errado virou certo.
Sobre esse assunto de filhos, educação eu sempre tenho abordado, ppq tenho uma pequenina, e até escrevi um post, sobre como as pessoas se expantam com a educação dela, pq por aqui o que sobra é falta de educação. Eu já vi crianças mandando os pais irem tomar no ... Um absurdo, ai de mim se falasse um negócio desse pra minha mãe, perdia os dentes da frente com toda certeza. E jamais vou aceitar esse tipo de atitude da minha filha. Desde já, ela sabe que deve obediência e respeito, seja a mim que sou mãe, seja a qualquer outra pessoa.
Beijinhos
É claro que preferimos as crianças que são crianças né... que obedecem e honram seus pais...
boa advertencia guria... o mundo tá precisando de uns chacoalhões...
Olá Cintia,
realmente os valores mudaram e fico muito triste por saber que muitos pais fecham os olhos e não querem enxergar tal realidade.
Espero que a nova geração, seja uma geração sadia, crescendo na graça e no espírito.
Parabéns pelos posts, vc está cada vez melhor!
Beijos.
seu post casou certinho com o meu! essa personagem é um péssimo exemplo para as crianças.
Ufa, consegui abrir o raio do pop up pra fazer meu comentário.
Bem propício seu post Cintia, alilás eu estava pra escrever algumma coisa sobre isso no Buzz, mas já que vc o fez eu passo...rsrsrsrs
Então, eu tb acho essa menina Rafaela uó. De boa, pra que ficar mostrando crianças como ela na televisão. Todos nós sabemos que elas existem (e em numero maior do que gostariamos), mas infelizmente a exposição dessa personagem só influencia algumas crianças a continuar fazendo o que fazem.
Em certa parte, tais comprtamentos é sim culpa dos pais, que não souberam colocar os freios quando necessário. Ok vc ser uma criança esperta e espontânea, mas pera lá, tudo tem limites.
Enfim, parabéns pelo texto. Parabéns pelo blog. Ele é lindinho!!!
Bjos
Legal seu post! Acho que é isso mesmo, a gente vai absorvendo certas coisas (da TV, inclusive), que elas se tornam "normais". Mas na verdade é uma inversão total de valores. É preciso nos questionar o que queremos, de fato. Para então agirmos como se deve.
Bju.
Soninha
Tem razão, a nossa oração pode fazer a diferença na vida dessas crianças. Assim como o nosso exemplo.
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Mona
Lembro desse post q vc falou de educação. Eu já vi uma menina de 3 anos fazer "Shhhiiiii" pra mãe dentro da igreja pq a mãe mandou ela ficar quieta. Eu fui uma criança muito levada e, por isso mesmo, apanhei muito. Não q eu ache q bater seja a melhor solução, porque quando precisa de bater muito já tem alguma coisa errada. Acho que desde cedo a criança tem que saber respeitar.
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Tati!!!
Tá sumida, muito trabalho?
Com certeza, eu prefiro as crianças que são crianças. Mas, infelizmente, não é isso que vejo por aí.
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Jenni
Muito obrigada, querida :)
Acho q pra que as novas gerações crescerem saudáveis, elas têm que ver o nosso exemplo, né? Mesmo se os pais não fizerem a sua parte, nós podemos orar e influenciar.
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Kelly
Eu vi, nós postamos sobre assuntos parecidos no mesmo dia!
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Amiraaaaaaaa
Q bom q deu certo :)
Eu tb acho q os pais têm uma grande parcela de culpa. Eu tb era esperta, teimosa, birrenta, desobediente, encrenqueira... Mas nem te conto o tanto q apanhei e fiquei de castigo por causa disso. Essas mães que cedem aos caprichos das crianças não sabem o q os espera :(
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Sarah
Obrigada pela visita e pelo comentário :)
Tem razão, a gente absorve e se acostuma com tudo, tão facilmente. Fico imaginando o tanto de coisa errada que eu assimilei como certa na minha adolescência, quando assistia TV o dia todo :x
Beijos
Com certeza a família molda e MUITO o caráter das crianças. Lá em casa tem 2 bençãos, minha sobrinha e meu primo, ambos com 6 anos.
Minha sobrinha é uma flor de pessoa, educada, inteligente, respeita os outros... já o outro... xinga todo mundo, mente direto, faz uma zona total.
Fica óbvia que a responsável por toda essa diferença é a forma que os pais cuidam: Pais ruins tendem a criar péssimos filhos.
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