Top 10: Episódios marcantes de Chaves

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Eu não esperava que este fosse o post a tirar a poeira do blog depois de tanto tempo, mas com tantos posts e matérias inspirados pela morte do eterno Roberto Bolaños, me deu vontade de rever os meus episódios favoritos desse seriado que marcou não apenas a minha infância, mas a de várias gerações.

Não apenas revi, como também ri como se fosse a primeira vez e eis aqui a minha listinha:

Seu Madruga despejado
Depois de tantos 14 meses sem receber, Seu Barriga se cansou. Seu Madruga perdeu a casa e nós ganhamos um episódio super divertido de memórias. Eu adoro episódios diferentes em qualquer série, qualquer mudança, seja em cenário ou em formato, já aumenta as chances de que seja marcante pra mim, e este é um desses.
Já chegou o disco voador
Que atire a primeira pedra quem nunca usou essa expressão pra se referir à chegada de alguém indesejado.
Quero ver outra vez seus olhinhos de noite serena
As músicas do Chaves são uma atração à parte. Um episódio em que Seu Madruga e Professor Girafales ensinam o Chaves e o Quico a violar tocão não poderia ser ruim.
O festival da boa vizinhança
Sem dúvidas, um dos mais divertidos e cheio de momentos memoráveis.
O dia de São Valentim
Outro episódio diferente, dessa vez por falar de uma data especial. Passei anos tentando entender por que não tinha dia de São Valentim no Brasil.
A venda da Vila
Uma confissão: Eu via esse episódio e ficava com medo do Seu Barriga vender a vila e o programa acabar. Felizmente, temos o SBT pra não deixar acabar nunca.
Natal na casa do Seu Barriga
Na verdade, são 4 episódios em que a turma da Vila se hospeda na casa do Seu Barriga, sendo que o terceiro deles é o especial de Natal. Todos eles são bem divertidos.
Chapolin na Vila
Talvez o mais diferente e especial de todos os episódios diferentes e especiais. Não tem como não amar o encontro dos dois maiores personagens de Chespirito.
Acapulco
Meu favorito, sem nenhuma dúvida. Lembro que eu e minhas irmãs ficávamos super empolgadas quando passava na TV. Marcante, não apenas pela mudança de cenário, mas também pela cena final, uma das mais belas dentre todos os episódios.
Ladrão, ladrãozinho
Esse não é um favorito, mas foi o que mais me marcou. Acho incrível como, com seu humor simples, Chaves consegue nos tocar tanto. É impossível não se emocionar com o menino do barril sendo acusado de roubo por aqueles que são como a família que ele não teve.
Esses foram os episódios que me marcaram. E você, tem algum que acrescentaria à lista?
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Que coisa linda é uma partida de futebol

terça-feira, 15 de julho de 2014


O que dizer dessa Copa que mal se foi, mas já deixou saudades?

Sem querer menosprezar as Copas anteriores - e 94 terá pra sempre o meu amor - minha gente, que Copa foi essa?! Vimos a seleção do país que inventou o futebol e as duas campeãs anteriores sendo eliminadas na primeira fase. Vimos a Costa Rica ser a última sobrevivente no Grupo da Morte. Vimos o Irã dar um aperto na Argentina.

Teve gol, muito gol, muito quase gol, muita defesa, muita bola na trave não altera o placar. Teve gol contra e teve a cara de "Ops!" depois. Teve Oscar fazendo gol pro DiCaprio. Teve Mick Jagger, Rihanna, Shakira, teve exoesqueleto, galinha pintadinha e até príncipe inglês. Teve bigode. Teve gente indo aquecer o pé frio no chuveiro pra ver se o cone Fred marcava gol (Ei, funcionou uma vez, humpf!). Teve homem bonito chorando e homem bonito consolando. Teve uruguaio querendo provar a gostosura dos italianos. Teve fisioterapeuta contundido, técnico caindo, técnico tirando meleca do nariz. Teve Neymar bancando a Jennifer Lawrence na hora da comemoração, pra depois se machucar e ganhar a simpatia até de quem não o suportava (tipo eu). Teve David Luiz, teve muito David Luiz. Só não teve gol de bunda.


E teve gol da Alemanha. Teve o único pentacampeão do mundo recebendo a maior goleada de sua história.

Ok, não foram apenas flores. Continuaremos sendo "apenas" penta, pelo menos por enquanto. Não dá pra ganhar sempre (e a Rússia que nos aguarde). Mas os verdadeiros apaixonados por futebol sabem que não é só a vitória que conta. Conta a emoção e isso teve tanto que sobrou até para quem nunca gostou de futebol. (Oi, mãe! Oi, Felipe!)

Para mim (e muitos outros no país inteiro), uma emoção extra foi a de assistir a um jogo do Copa do Mundo no estádio. Eu sou super pé frio, assisti a Costa Rica x Inglaterra, um dos poucos jogos que terminaram sem gols (mas também dividi estádio com o príncipe Harry). Mas a sensação de estar lá é indescritível, principalmente por ter sido a minha primeira vez. Meu pai - que me acompanhou e me rendeu algumas boas risadas ao tentar trocar camisa com gringos - até mandou emoldurar o ingresso.

Seu Tião no Mineirão
O que dizer desse time que, após ganhar do Brasil, não apenas ganhou a Copa no Brasil, mas também ganhou o Brasil?

Três seleções já conquistaram um tetracampeonato mundial. Três vezes eu comemorei. A primeira, logicamente, foi o Brasil (a propósito, o nosso tetra faz 20 aninhos nesta quinta-feira). A segunda, nossa vice lá em 94, foi a Itália, por quem eu sempre tive um amor meio inexplicável. Agora, a Alemanha, um país de idioma difícil que nunca tinha me chamado a atenção. Quem, assim como eu, ainda tinha na mente a imagem da seleção alemã de 2002 - como esquecer a cara fechada do goleiro Oliver Kahn? Nem se compara com a fofice de Manuel Neuer - deve ter se surpreendido em ver a simpatia de um povo que sempre foi conhecido como super frio, perto da nossa brasilidade.

Por mais que alguns digam que foi tudo armado, não consigo encontrar um único argumento pra dizer que os alemães não mereceram a taça. Mereceram por terem se preparado; mereceram por mostrarem um futebol que conseguiu ser limpo, bonito e técnico ao mesmo tempo; mereceram pela simpatia com que abraçaram o nosso país, a nossa cultura, a nossa natureza; mereceram pelo respeito com a nossa seleção e a nossa história, mesmo enquanto nos destruíam em campo. Mereceram ganhar a taça e o coração dos brasileiros (por mais brega que essa afirmação possa soar).
Como não amar? (Fonte)
O que dizer dessa torcida linda, que tropeça, levanta, mas não sai da dança?

Nós somos o país do futebol. Não importa se fomos goleados, nós continuaremos sendo o país do futebol enquanto tivermos uma torcida que canta o hino à capela mesmo disputando um agridoce terceiro lugar. Enquanto soubermos rir de nós mesmos. Enquanto lotarmos estádios, mesmo nas partidas menos badaladas. Enquanto tivermos os braços abertos para receber todo o mundo na nossa festa.

(Não que não tenham havido problemas, mas gente idiota tem em todo lugar e, felizmente, aqui essas não foram maioria.)

O que dizer da rede social que torna tudo ainda mais divertido?

Como conseguíamos assistir TV antes do Twitter? Como sobrevivi à Copa de 98 sem o Twitter? Lembro-me do #CalaABocaGalvão de 2010, mas dessa vez foi outro nível. Recuperei totalmente o meu amor pela rede (que tinha sido perdido após a morte do Deck Mobile). Twitter não é apenas a melhor rede social, mas também o melhor boteco e a melhor emissora de TV, que tem as melhores piadas e os melhores memes. Um lugar onde as pessoas riem de si mesmas, entendem sarcasmo, conseguem torcer E se preocupar com a situação do país, consegue se compadecer pelos mortos na queda do viaduto em BH E pela lesão do Neymar, conseguem torcer contra a Argentina SEM odiar os argentinos.
Bralemamha: #EuShippo

Como se esses motivos não forem o suficiente pra amar o Twitter, ainda tem o Podolski falando português.

O que dizer dos próximos 4 anos que vamos passar sem Copa?

Ano que vem, tem a Copa do Mundo de Futebol Feminino, que acontecerá no Canadá. Em 2016, tem as Olimpíadas do Rio. Em 2017, tem Copa das Confederações. A gente sobrevive. E já vou começar a juntar dinheiro pra 2016 e - quem sabe? - pra 2018.

No mais, só tenho uma coisa a dizer: Teve foi muita Copa.
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Desafio das 52 semanas - 11, 12, 13 e 14

terça-feira, 17 de junho de 2014


Eu não tenho um pingo de vergonha na cara, porque, depois de dois meses, vou voltar com o desafio, mesmo estando com dez semanas de atraso. Se eu terminar antes do final de 2015, estarei satisfeita. Continuo sendo dominada pela preguiça, um dia eu ainda invento uma máquina que transforma em posts meus pensamentos de antes de dormir.



Semana 11 - Meus brinquedos preferidos na infância eram:
  • Bicicleta: Bicicleta conta como brinquedo? Porque era uma das coisas que eu mais gostava, ainda me lembro do dia que ganhei.
  • Tamagotchi: Quem nunca?
  • Banco Imobiliário: Ainda gosto. Saudades de passar horas jogando com os primos nas festinhas de aniversário, natal ou ano novo, até as pessoas começarem a falir de propósito, porque estavam com sono. E, como eu sempre fui a rainha da insônia, acabava ganhando, mesmo quando ia mal.
  • Bola: Sabe aquelas bolas grandes, coloridas, que vendem em feira? Eu tinha uma daquelas e amava. Só não gostava quando ela caía na casa do vizinho, e eu tinha que esperar que eles mandassem de volta.
  • Superação: Alguém conhece? É um jogo até bem bobo, se for pensar bem, mas eu realmente gostava. Mas gostava mais de brincar sozinha do que disputar com alguém. Eu tinha minhas próprias regras.
Semana 12 - Coisas para se fazer no frio
  • Dormir.
  • Comer.
  • Engordar.
  • Congelar nos lugares com ar-condicionado.
  • Sentir dor de garganta.
Desculpa, mundo, mas eu detesto frio.

Semana 13 - Fico sem graça quando...
  • Cometo um erro na frente de alguém importante.
  • Caio no meio da rua. Digamos que eu seja uma Jennifer Lawrence pobre.
  • Recebo atenções inesperadas. Não sei abraçar, não sei ser elogiada, não sei estar no centro. E não faço questão de aprender.
  • Vou comer na casa de alguém e não tem nada que eu goste.
  • Exagero no sarcasmo sem perceber. Acontece com mais frequência do que eu gostaria.
Semana 14 - Meus sites preferidos na Internet
Minhas preferências mudam muito dependendo da época. Listarem os cinco que são meus preferidos neste momento, mas não são favoritos pra vida.
  • Google: Precisa explicar?
  • Twitter: Porque está tendo muita Copa, a zoeira não tem fim e o Twitter é o melhor boteco pra comentar qualquer coisa. Me segue lá: cintiamcr | blogfreetobeme.
  • Netflix: De vez em quando, eu perco a paciência com ele, mas ainda compensa bem mais que pagar TV a cabo.
  • OneDrive: Para quem não sabe, OneDrive é um site para armazenamento de arquivos, como o DropBox. A diferença, é que ele é totalmente integrado com o Office 2013 e o Office Mobile. Eu sou viciada em Excel, tenho planilhas pra tudo e pra mim é importante que eu possa acessá-las em qualquer lugar, então, fica tudo na nuvem.
  • Buzzfeed: Melhor site de cultura inútil da vida.
Por hoje, é isso. Vou me esforçar para fazer mais quatro na próxima semana ;)
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Malévola - Porque os vilões são sempre mais interessantes

quarta-feira, 11 de junho de 2014


Eu gosto dos vilões. Sempre gostei. De Paulo Guerra a Rachel Duncan, com muitos outros no meio. Sou aquela que lê a Bíblia e fica com dó de Golias. Embora eu acredite que exista um bem e um mal absolutos - Deus e o diabo - eu não acredito que algum ser humano possa estar em algum desses extremos. Eu não confio em quem é bonzinho demais. Na vida real, prefiro que as pessoas me mostrem logo seus defeitos e me deixem decidir se posso conviver com eles. Na ficção, os bonzinhos me cansam e os vilões me intrigam. Quero saber seus motivos, seu passado, conhecer suas feridas. Sempre existe um motivo, e esperarei o tempo que for para conhecê-lo.

Uma confissão: Eu gosto da sensação de estar certa a respeito de alguém. Gosto de ver as pessoas mudando de ideia e passando a amar um personagem que elas desprezavam. Encho o peito, faço questão de dizer que sempre gostei.

E eu sempre gostei da Malévola. Sério. Quer dizer, Aurora é a princesa mais sem graça de todas, a história dela é boba, o beijo do amor verdadeiro não me convence, e as fadas madrinhas são chatas... A vilã é a única coisa que salva. Imaginem, então, minha alegria ao saber que fariam um filme focado nela?

Malévola e Stefan.

Malévola, o filme, não é uma grande obra prima. Vamos manter a coerência e falar dos defeitos primeiro, certo? Pra começar, o 3D é totalmente irrelevante. Além disso, vários pontos do roteiro poderiam ser melhorados, senti falta de explorarem mais o Rei Stefan e fiquei sem entender por que a fada já tinha o nome de má e aqueles chifres esquisitos mesmo quando ela era boa. Mas, em geral, o filme supriu meu desejo de conhecer uma das maiores vilãs da ficção ao reforçar tudo o que eu sempre pensei sobre o bem e o mal que todos temos dentro de nós. Mais do que mostrar a história que levou a personagem a amaldiçoar um bebê, o filme mostra como essa maldição a afetou de forma inesperada e como ela lidou com isso, sendo quem mais sofreu.

Angelina Jolie estava excelente, mostrando não apenas os lados bom e mau da personagem, mas também um lado divertido e levemente sarcástico. Adorei a forma como ela alternou sorrisos com olhares fulminantes e o tom de desdém ao chamar a princesa de "praguinha". Essas partes me fizeram rir, enquanto outras me obrigaram a segurar as lágrimas - porque eu sou uma manteiga derretida e tenho vontade de abraçar todos os personagens que endureceram depois de sofrer uma grande decepção na vida.

Aurora.

Por fim, apesar de Aurora continuar sem um pingo de sal e as madrinhas serem mais insuportáveis do que no desenho animado, um novo personagem mereceu minha atenção: Diaval, fiel companheiro de Malévola, seja em forma humana, seja como corvo, lobo ou dragão. Não esperava que ele tivesse uma participação tão importante e fiquei positivamente surpresa em ver o seu desenvolvimento.

Saí tão satisfeita do cinema que até consegui suprimir um sorriso de "viu só como eu estava certa?" quando minha amiga disse que conseguiram fazê-la simpatizar com uma personagem que ela odiava.

Malévola e Diaval.
Because underneath all the layers of fear and protection we are on our core the same. We have the same needs. We carry on us the same capacity for good and evil. (Dr Tom)
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Desafio das 52 semanas - 9 e 10

sábado, 12 de abril de 2014


Voltei a ser uma blogueira preguiçosa. Eu quero voltar a postar regularmente, eu tenho ideias, mas ou me esqueço de escrever ou fico com preguiça. Ledo engano achar que o fato de estar em casa ia me animar. Muito pelo contrário, a falta de rotina e a ilusão de, pela primeira vez em 14 anos, ter tempo ilimitado acabam me deixando mais desanimada.

Acho que nunca vou conseguir ficar em dia com esse desafio, mas nunca segui muito à risca as regras dos memes, então, vou continuar fazendo de qualquer forma.

Semana 09 - Pessoas que eu gostaria de conhecer/ter conhecido
  • Pessoinhas legais que moram longe: Embora já tenha me encontrado pessoalmente com muitas pessoas que conheci pela internet, ainda há bastante gente que eu ainda quero conhecer.
  • Meu avô paterno: Eu e meu primo nascemos mais ou menos um mês depois que ele morreu.
  • Grace Hopper: Eu entrei na informática meio por acaso. Entrei porque, na época em que fiz a prova para o CEFET, eu me achava boa demais pra não escolher o curso mais concorrido. Eu não sabia nem ligar um computador. Meu primeiro trabalho do técnico foi uma pesquisa sobre Grace Hopper, uma das pioneiras da história da computação, e foi quando comecei a me interessar de verdade pela área. Menção honrosa a Ada Lovelace, a primeira programadora da história e filha de Lorde Byron.
  • Isaac Newton: Vocês sabem que eu amo física, não sabem? Eu tenho uma nerd crush no Newton desde a época do cursinho pré-CEFET. Mesmo sabendo que vários outros cientistas brilhantes  e várias descobertas importantíssimas vieram depois, ele ainda é meu físico favorito (empatando com o Paolo Giordano. E com o Leonard) (eu tenho um físico favorito. Que coisa mais nerd).
  • Mark Ruffalo: Porque ele recebe nota máxima na Escala Mark Ruffalo de Fofura, e toda garota tem direito a suas crushs [não nerds]. Eu tenho várias. Também ficaria bem feliz em conhecer Zachary Levi, Justin Chambers, Kevin McKidd, Blake Shelton, Will Champlin, Sebastian Pigott (todos entre 8 e 9 na EMRF). Ou o Ian Somerhalder, que não é fofo, mas é o Ian Somerhalder. Ou Erin Karpluk, Sarah Drew, Camilla Luddington, Amy Adams, Vanessa Marano (porque eu também tenho direito a meia dúzia de girl crush).

Semana 10 - Minhas comidas preferidas são...
Gente, que difícil. Comida é um negócio complicado pra mim, porque eu sou muito chata, mesmo. Gosto de coisas simples, onde eu possa distinguir cada alimento, nada de pratos sofisticados. Vamos lá...
  • Farofa: Amo farofa. E feijão tropeiro. Qualquer coisa fica melhor com farinha. 
  • Macarrão na chapa: Ou o penne gratinado do Spoleto. (Toda vez que falo ou escrevo "penne gratinado", eu me lembro do dia em que dois caras na minha frente disseram que iam pedir um "pênis gratinado".)
  • Tilápia crocante: Adoro peixe.
  • Subway: Sério. BMT, queijo cheddar, alface, tomate, azeitona e molho parmesão.
  • Bolo: Acho justo escolher uma coisa doce depois de quatro salgadas, certo? Sou viciada em bolo. De Ana Maria a bolo de festa, não sei viver em um mundo sem bolos.

É isso por hoje. Desisti de postar quatro semanas por vez, é muita informação. Talvez, eu faça outro post no meio da semana com as próximas: "Meus brinquedos favoritos na infância" e "Coisas pra se fazer no frio".
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